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sexta-feira, 20 de maio de 2011

DESPESAS - SEXTA PARTE DO DOCUMENTOS LEGAIS DOS PROTOCOLOS DA CAMPANHA INTERNACIONAL INESPEC

INSTITUTO INESPEC
Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL

CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO- ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

CAEE-INESPEC

PROJETO INSTITUCIONAL

PROJETO DE CAPTAÇÃO INSTITUCIONAL DE RECURSOS FINANCEIROS PARA EXECUÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS VISANDO ATENDER CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIALIZADAS: SÍNDROMES DE DOWN, AUTISMO, DISTÚRBIOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, INCLUEM-SE O SUBPROJETO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO; SUBPROJETO DE ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIALIZADO AS CRIANÇAS DO CAEE/INESPEC - PERÍODO DE 2011-2016 - CAPTAÇÃO PELA PRERROGATIVA DO ARTIGO 538 DA LEI FEDERAL n.o 10.406, de 10 de janeiro de 2002. (Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. CAPÍTULO IV - Da Doação - TÍTULO VI - Das Várias Espécies de Contrato.

DAS DESPESAS

2

8 - DA CAMPANHA MUNDIAL DE SOLIDARIEDADE PARA COBERTURA DAS DESPESAS DO INSTITUTO INESPEC. DIRETRIZES JURÍDICAS E POLÍTICAS.


8 1. - CUSTOS INDIRETOS E SUSTENTABILIDADE DA ONG - REDE INESPEC.

8 1.1 - Introdução.

Este Projeto Internacional de captação de recursos tem que evitar percas financeiras  de objetivos indiretos e diretos, e ficar atento para a grande preocupação internacional vigente, que é a “Taxas de Recuperação de Custos Indiretos”  Um determinado Departamento de Desenvolvimento Institucional de uma grande empresa que financia projetos, se manifestou através da condução de “pesquisas com instituições parceiras, no ano de 1998, para identificar novas oportunidades que pudessem dar continuidade ao fortalecimento da estabilidade financeira da ONG. As pesquisas na área de finanças revelaram uma fonte de déficit significativa em 11 de 12 ONGs, qual seja, sua incapacidade de mostrar e/ou recuperar os verdadeiros custos indiretos dos projetos. Em outras palavras, o déficit de uma ONG aumenta sempre que esta concorda em implementar um projeto que não pague pelos custos indiretos” - The Nature Conservancy, Worldwide Office, 4245 North Fairfax Drive, Arlington, VA 22203, USA. http://www.nature.org/

Isto leva a assessoria do INESPEC a refletir sobre aspectos que garantam a multiplicação interna dos recursos recebidos, sem deixar de lado o objeto direto do financiamento do projeto. Dentro da linha de discurso desta introdução sugerimos alguns pontos de transparência no âmbito da REDE INESPEC, no aspecto “propostas sobre divulgação e controle das despesas públicas indiretas... públicas por que o INESPEC presta serviço social relevante e é bancando pela fé popular”. Esta propostas  de Transparência de Governo Privado INESPECNIANO visa evitar uma série de dúvidas infundadas que possam aparecer no futuro por falta de informações, e subsidiar o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL e MINISTÉRIOS PÚBLICOS ESTADUAIS  e a sociedade civil,  em relação a destinação dos recursos doados a organização REDE INESPEC, e até mesmo as bases de prestação de conta institucional.  Serve também para nortear a publicidade e o controle dos gastos institucionais do INESPEC. No mundo todo surgem dúvidas em relação às gestões das ONGs que na maioria são fechadas ao público, embora, na ora de se manter peçam auxílio coletivo. As propostas deste plano INTERNACIONAL DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS tem que prevê situações que evitem escândalos envolvendo  o uso indevido de recursos corporativos.  A expectativa deste plano de Transparência INESPECNIANA é de a sociedade civil organizada possa acompanhar e fiscalizar como se dá o uso do dinheiro público-indireto, usado pelo INESPEC.

8 1.2 - A EXPRESSÃO PÚBLICA PARA FINS DESTE RELATÓRIO DE PROJETO.
A conotação posposta aqui para a expressão é o “que se refere ao povo em geral, interesse público, relativo ao governo de um país, negócios públicos, manifesto, conhecido por todos, rumor público, a que todas as pessoas podem comparecer, reunião pública”
Classificação morfossintática:
- [público] substantivo masc singular.
- [público] adjetivo masc singular.

8 1.3 - PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA.
A REDE VIRTUAL INESPEC disponibilizara todas as informações que se vinculam as suas ações através da internet, com a criação do Portal da Transparência INESPECNIANA. Este portal estará disponível, vinte e quatro horas depois da entrada oficial da aprovação da presente campanha mundial de captação de recursos. O Portal da Transparência INESPECNIANA estará disponível em vinte idiomas.
8 1.4 - USO DO CARTÃO ELETRÔNICO NA CONTA DA CAMPANHA MUNDIAL.
Cada centavo gasto com o cartão eletrônico da conta em que se encontra depositado os recursos originários da campanha mundial deve ser normatizado via Presidência do INESPEC.  A prestação de contas é obrigatória e num prazo máximo de dez(10) dias úteis após o final do mês em que o gasto foi efetuado.
A não prestação de contas vai resultar em perda de controle dos gastos. A entidade também deve normatizar as situações em que o cartão poderá ser utilizado pelo funcionário autorizado, bem como as suas exceções.
8 1.5 - DAS LICITAÇÕES..
Todo o gasto com o uso dos recursos originários desta campanha internacional deve observar um regulamento interno denominado LICITAÇÕES INESPECNIANA. Vale lembrar que a aquisição continuada de bens e serviços deve passar por licitação. Para isso, são de fundamental importância a confecção de uma lista de despesas autorizadas, limites, prazos e aplicações, para que se possa caracterizar, dessa forma, a dotação orçamentária a que se refere. O INESPEC através da sua Presidência deve garantir que qualquer cidadão interessado tenha  o conhecimento sobre as despesas contraídas. É importante destacar que não existe previsão constitucional para a manutenção do sigilo dos gastos, já que o princípio da República democrática é a informação e o controle.  ISTO QUANDO SE REFERIR A RECURSOS DESTA CAMPANHA INTERNACIONAL.  Para as situações especiais, defende-se o informe as autoridades legais competentes. A entidade ressalta ainda que, nestes casos, a manutenção do sigiloso só seria válida atendida às prerrogativas das normas legislativas ou judiciais. Portal que está sendo preparado pelo INESPEC deve contemplar informações de quem comprou, onde comprou, quanto custaram, quantas unidades foi comprado, o que foi comprado, qual o objetivo da compra e a forma com que qualquer bem ou serviço foi adquirido (cartão, carta-convite, licitação etc.). É importante destacar também a necessidade da emissão de uma norma que venha orientar os estabelecimentos que recebem os cartões do INESPEC, a conferirem à carteira de identidade funcional do comprador.

8 1.6 - DESPESAS NECESSÁRIAS.
Seguem abaixo demais propostas a serem observadas pela Presidente do INESPEC:
1 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA deverá apresentar uma lista dos servidores admitidos pela via da CLT ou LEI DO VOLUNTARIADO, que ingressaram na instituição e são beneficiados com recursos da campanha internacional, devem contar de uma lista de SERVIDORES DO INESPEC, deve estar detalhado por setor, quantitativo por cargo e função desempenhada;
2 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA deverá apresentar uma lista dos servidores com as respectivas funções desempenhadas, o nível e o tipo de formação educacional, o setor em que está lotado e o nome da chefia imediata do mesmo.  
3 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA deverá apresentar os servidores universitários com cadastros CNPq, observando a regras seguintes:
4 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA deverá apresentar os Gastos com servidores, atendendo as seguintes recomendações:
1.      - LISTA DOS GASTOS COM PASSAGENS DETALHADOS, COM O NOME DO SERVIDOR, O TRAJETO, DATA, A COMPANHIA, O VALOR E O MOTIVO DA VIAGEM;
2.       LISTA DOS GASTOS COM DIÁRIAS DETALHADOS COM O NOME DO SERVIDOR, O TRAJETO, DATA, A COMPANHIA, O VALOR E O MOTIVO DA VIAGEM;
3.       LISTA DOS SERVIDORES QUE TÊM APARELHOS CELULARES À DISPOSIÇÃO E O GASTO MENSAL DE CADA CELULAR.
5 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA  deverá apresentar os
Gastos com material impresso e com publicidade atendendo as seguintes recomendações:

1.      LISTA DE TODOS OS GASTOS COM MATERIAIS IMPRESSOS POR SECRETARIA, ESPECIFICANDO O QUANTITATIVO DE CADA IMPRESSÃO, O OBJETIVO, O VALOR E A GRÁFICA EM QUE FOI FEITO, A FORMA COM QUE O BEM OU SERVIÇO FOI ADQUIRIDO (CARTÃO, CARTA-CONVITE, LICITAÇÃO, ETC.) E ONDE O MATERIAL IMPRESSO FOI DISTRIBUÍDO OU UTILIZADO. DEVE TAMBÉM SER DISPONIBILIZADO O MODELO DOS MATERIAIS IMPRESSOS PRODUZIDOS NO SITE;
2.      LISTA MENSAL DE PUBLICIDADES FEITAS PELO GOVERNO, INCLUINDO O NOME DOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO, O NÚMERO DE INSERÇÕES POR VEÍCULO E O VALOR DESTINADO A CADA UM DELES;
3.      LISTA DOS GASTOS COM PATROCÍNIO DE SHOWS, ESCOLA DE SAMBA, FUTEBOL, EVENTOS ETC.
6 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA  deverá apresentar os
c
ontratos com fornecedores de bens e serviços atendendo as seguintes recomendações:
1.      Lista de todos os contratos de bens e serviços com informações detalhadas como: o número do processo de licitação. O nome do servidor responsável pelo acompanhamento do contrato e pela assinatura das notas fiscais; pagamentos realizados; números das notas fiscais recebidas; atualizações/prorrogações dos contratos, nome da empresa vencedora e respectivo CNPJ.
2.      Lista de todas as empresas participantes do processo de licitação com os respectivos CNPJs e que tipo de dotação orçamentária foi utilizado para a celebração do contrato (pelo menos programa ou projeto e recurso).
3.      Lista dos gastos com combustíveis detalhados por programa, projeto ou e unidade operacional autorizada, especificando-se o número de veículos à disposição da mesma e se os veículos são próprios ou alugados. 
7 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA  deverá apresentar dados e informações complementares que sejam de interesse coletivo.
1.      Publicar todos os repasses feitos por particulares, por conta da sua chegada na instituição, atraido pela CAMPANHA INTERNACIONAL DE DOAÇÕES.
2.      Divulgar a prestação de contas de qualquer verba adicional e indenizatória paga a ocupantes de cargos comissionados.
3.       Divulgar até o final do mês subseqüente a arrecadação discriminada dentro dos objetivos desta campanha.
4.      Divulgar os valores destinados para pagamento de ações judiciais, ano a ano, bem como o que falta ser pago.
5.      Divulgar todos os contratos de cooperação técnico-financeiro em andamento, com o valor pago, o que falta ser pago e o objetivo do contrato.
8 - O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA INESPECNIANA  deverá apresentar Serviço para os cidadãos, associados ou não na instituição, observando:
1.      Permitir que o cidadão inscreva-se no site ou e blogs da entidade INESPEC.
2.      Permitir que via endereço eletrônico, os interessados possam ter acesso a todas as informações que forem sendo disponibilizadas no Portal. E que todas as informações possam ser direcionadas para que o interessado final possa fazer por sua conta e riscos as anotações impressas que lhe convier.
3.      Incluir os ícones "Fale com o Portal" e "Procure mais informações", onde o cidadão poderá solicitar qualquer outra informação fundamentada no artigo 5º, inciso XXXIII, da Constituição Federal e no seu Regulamento(Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXII - o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor;  · Lei nº 8078, de 11.9.1990, que dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. (Código de Defesa do Consumidor)


8 1.7 – ANEXO – CDC/BRASIL
8 1.7.1 – ANEXO I - LEGISLAÇÃO FEDERAL BRASILEIRA EM TORNO DA DEFESA SOCIAL DO CONSUMIDOR QUE DOA.
ANEXO.  CÓDIGO DO CONSUMIDOR,
Lei nº 8078, de 11.9.1990, que dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. (Código de Defesa do Consumidor)

8 1.7.2 – ANEXO II - LEGISLAÇÃO FEDERAL BRASILEIRA EM TORNO DA DEFESA SOCIAL DO CONSUMIDOR QUE DOA.

8 1.7.3 – ANEXO III - LEGISLAÇÃO FEDERAL BRASILEIRA EM TORNO DA DEFESA SOCIAL DO CONSUMIDOR QUE DOA.

PLANEJAMENTO - QUINTA PARTE DO DOCUMENTOS LEGAIS DOS PROTOCOLOS DA CAMPANHA INTERNACIONAL INESPEC

INSTITUTO INESPEC
Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL

CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO- ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

CAEE-INESPEC

PROJETO INSTITUCIONAL

PROJETO DE CAPTAÇÃO INSTITUCIONAL DE RECURSOS FINANCEIROS PARA EXECUÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS VISANDO ATENDER CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIALIZADAS: SÍNDROMES DE DOWN, AUTISMO, DISTÚRBIOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, INCLUEM-SE O SUBPROJETO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO; SUBPROJETO DE ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIALIZADO AS CRIANÇAS DO CAEE/INESPEC - PERÍODO DE 2011-2016 - CAPTAÇÃO PELA PRERROGATIVA DO ARTIGO 538 DA LEI FEDERAL n.o 10.406, de 10 de janeiro de 2002. (Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. CAPÍTULO IV - Da Doação - TÍTULO VI - Das Várias Espécies de Contrato.

PLANEJAMENTO ECONÔMICO E FINANCEIRO PARA MANUTENÇÃO DO CAEE - INESPEC

7 – PLANEJAMENTO ECONÔMICO DE LONGO PRAZO E ALCANCE VIÁVEL PARA OS ANOS DE 2011/2011.

7.1. RESUMO.


A visão financeira das empresas, e sua constante busca pela manutenção de lucros e perpetuação do capital, aliados ao aumento da competitividade mundial, levaram a uma espiral descendente na ocupação da força de trabalho. Neste bojo, surgiram algumas Organizações Não Governamentais (ONG) voltadas para reintegrar a população ao mercado de trabalho direto ou indireto, buscando manter as condições de dignidade desses trabalhadores alijados do mercado privado por meio da realização do trabalho produtivo. Muitas organizações têm atuado de forma regional apresentado resultados excepcionalmente satisfatórios, principalmente fundamentados no âmbito social, permitindo a criação de um efeito multiplicador positivo de geração de emprego e renda, além da integração regional de áreas menos atendidas, permitindo o melhor acesso à saúde, higiene e educação destas comunidades. No Brasil, estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, divulgado em 2004, identificou cerca de 276 mil instituições privadas e sem fins lucrativos. Estas organizações empregam mais de 1,5 milhões de pessoas e pagam salários e outras remunerações no valor de R$ 17,5 bilhões ao ano.

7.2. O GRANDE PROBLEMA DO INESPEC.

O grande problema encontrado pelo Instituto INESPEC é a captação de recursos financeiros para a execução dos seus projetos sociais. Nos últimos anos, alguns políticos e empresários utilizaram ONGS para arrecadação de recursos para fins diversos, diferentes do caráter social humanitário da grande maioria. Isso criou uma enorme dificuldade para as ONG’s sérias, cujo trabalho proporciona o verdadeiro resgate social. Agora para obtenção de recursos de fontes governamentais ficou muito mais complicado, fato até questionável, pois alguma ONG duvidosa continua recebendo enormes quantias de forma simples e rápida para trabalhos duvidosos (vide ONG que captou recursos para avaliar o planeta Plutão), enquanto as verdadeiramente intencionadas padecem na fila de espera.

7.3. RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL – EMPRESA CONSTRUÇÃO CIVIL G&F, “MÃO AMIGA NO INESPEC” PATROCINOU A REFORMA DA SEDE DA ESCOLA.
 Responsabilidade social.  Construtora G&F

Vale lembrar que recursos não se limitam a dinheiro. O empresário pode também contribuir com doações em espécie e com a disponibilização de sua competência para a melhoria da qualidade dos projetos sociais. ANEXO.

7.4. DOAÇÕES FEITAS POR PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS – FONTE A EXPLORAR.

Processo para obtenção de recursos e Identificação dos Parceiros Sociais da ONG (Stakeholders)  Notadamente nos últimos anos, as ONGS brasileiras cresceram e se multiplicaram principalmente pelo forte apoio para seu financiamento, da cooperação internacional, já que os recursos alocados no Orçamento pelo governo federal, nem sempre estão disponíveis. Agências privadas de desenvolvimento, muitas das quais ligadas às igrejas dos países da Europa Ocidental e América do Norte, apoiaram, desde os anos 70, projetos de educação popular, defesa de direitos e melhoria da qualidade de vida comunitária.  Na década de 90 este padrão de financiamento internacional passou por uma revisão em função de um conjunto de fatores: explosão do número de ONGS brasileiras e ampliação de seus orçamentos, realocação de recursos das agências européias para a Europa do Leste, prioridade crescente atribuída à África, aumento do desemprego e das carências sociais no interior das sociedades européias, certo desencanto com a persistência da pobreza e da desigualdade no Brasil, pouco resultado alcançado por algumas ONG’s no tocante ao montante aplicado de recursos. 
A instabilidade institucional gerada por esta crise nos padrões tradicionais de financiamento de seus projetos obrigou as ONGs a um esforço determinado de diversificação de fontes de financiamento, ampliando o esforço interno de captação de recursos. Esta opção coloca o desafio de um novo relacionamento com o Estado e com o setor privado empresarial. Aos poucos as ONGS foram incluindo em sua pauta de trabalho a preocupação com seu fortalecimento institucional e com a construção das condições de sua sustentabilidade a longo prazo. O termo Stakeholders adotado como parceiros sociais da ONG, foi definido por Clarkson (1995) como pessoas ou grupo que tem, ou reivindicam posse, direitos ou interesses em uma organização. Neste contexto, entende-se Stakeholders como os empregados, acionistas, clientes, fornecedores e demais participantes da cadeia logística empresarial. O acesso de ONG’s a recursos públicos esbarra em múltiplos problemas que vão da desconfiança, da burocracia e ética governamental à descontinuidade das políticas públicas, passando pela ausência de mecanismos claros e transparentes de contratação pelo Estado destas entidades. Segundo SERVA (1997) o reconhecimento pelo governo da legitimidade e competência da atuação das ONGS enquanto promotoras do desenvolvimento sustentável e com equidade é um fenômeno recente. Camargo (2001) afirma que a captação de recursos junto ao setor privado, por sua vez, é dificultada pela ausência de uma tradição brasileira de investimento social da empresa. BARDWICK (1998) ressalta a importância das empresas saírem da zona de conforto e buscarem novas alternativas. Até pouco tempo as ONGS ignoravam o mundo empresarial enquanto as empresas sentiam-se desobrigadas de qualquer responsabilidade pela melhoria da vida comunitária. A redução deste distanciamento entre Mercado e Sociedade Civil passa pela superação de preconceitos e pela exploração de formas novas de colaboração no enfrentamento de questões que interessam a todos, como a melhoria da educação e da saúde, combate à violência e à pobreza, promoção da cultura e defesa do meio ambiente. Grandes corporações já engajadas em Projetos Sociais tomam iniciativas individuais e administram particularmente a aplicação de recursos em Projetos de Responsabilidade Social. Outro ponto muito mais complexo para as ONGS é explorar uma terceira possibilidade interna de captação de recursos que são as doações feitas por pessoas físicas e jurídicas. Segundo CAMARGO (2001) esta captação de recursos junto ao público, junto à sociedade brasileira, que é feita há décadas pelas organizações filantrópicas e beneficentes, requer uma linguagem que não faz parte da trajetória das organizações da sociedade civil e uma política de fomento via incentivos fiscais à doação de recursos por parte de pessoas físicas e jurídicas.
Algumas empresas levam, infelizmente em consideração a questão do risco do empréstimo ou da aplicação do recurso na atividade assistida pela ONG. Segundo FRANCO, SOUSA, GONÇALVES e CURY (2003) “o risco nada tem a ver com dar certo ou dar errado, ter prejuízo ou ter lucro. Diz respeito apenas à possibilidade de se ter um resultado diferente do esperado”. Assim, podemos considerar que o fator risco mencionado está relacionado com a desconfiança no projeto ou com uma projeção da imagem corporativa (visibilidade) que a empresa esperava com um projeto, mas tem receio nos resultados.

7.5. ASSESSORIA DE PROJETOS DO INESPEC

7.5.1. A ASSESSORIA E A METODOLOGIA PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS PARA A ONG INESPEC.

A pesquisa de caráter qualitativo e prospectivo será aplicada junto a ONG, utilizando a rede virtual (Internet, onde todas instituições disponibilizam um canal aberto de contato, e utilizando o cadastro da ABONG (1996). Utilizaremos neste Projeto o Método Delphi Eletrônico. Segundo Vergara (2006 p172) é um método que visa obter o consenso de opiniões de especialistas sobre o que se está investigando. Também abordaremos instituições como SEBRAE e outros que dispõe de informações específicas das regiões. Vergara (2006) também enfatiza que “na abordagem qualitativa não se emprega procedimentos estatísticos como centro do processo de análise de um problema, já que o propósito não é avaliar estatisticamente as fontes, ou os montantes envolvidos, mas detectar os aspectos comportamentais”, que no nosso estudo de caso representam a fonte de recursos para o financiamento da ONG. O caráter exploratório servirá para a caracterização dos problemas enfrentados. Segundo Gil (1999, p43) as pesquisas exploratórias buscam proporcionar visão geral, de tipo aproximativo, acerca de determinado fato. Este tipo de direcionamento é recomendado principalmente quando o fato é pouco explorado. Algumas ONGS têm explorado formas inovadoras de captação de recursos via comercialização de produtos e serviços, associação com administradoras de cartões de crédito para emissão de cartões de afinidade e campanhas de arrecadação de recursos junto ao público em geral. A potencialização destas iniciativas passa, no entanto, por mudanças legais ainda por realizar com vistas a estimular, via incentivos fiscais, a doação de recursos por pessoas físicas e jurídicas. O INESPEC pode estudar a elaboração de um SUBPROJETO com este desiderato. Multiplicam-se em todos os níveis de governo as ações em parceria com ONGS, o que implica um crescente reconhecimento pelo Estado de seu acervo de experiências e competências no enfrentamento da pobreza e exclusão social. A expansão destas ações em parceria é facilitada pelo processo em curso de descentralização de poderes e recursos para o âmbito municipal, plano no qual a interação com órgãos da sociedade se dá de modo mais flexível e operacional. Também vale destacar que algumas ONG’s mostraram-se bastante descontentes com as atuações duvidosas de Ong’s ligadas a políticos, que levam a maior dificuldade de obtenção de recursos da iniciativa privada, justamente pela perda de credibilidade do conceito de Instituições Socialmente responsáveis.  Segundo os integrantes das Ong’s, a tomada de consciência por parte das empresas de sua responsabilidade social é um fenômeno recente, porém em rápido crescimento no Brasil. Nos últimos anos, observou-se um aumento no volume de recursos canalizados para investimentos sociais por parte de Institutos e fundações empresariais. Direto de empresas que publicam o Balanço Social.

7.5.2. FONTES DE RECURSOS.

Fontes de Recursos.  Os recursos disponíveis para financiamento de projetos podem ser:
Quanto ao Tipo de Financiamento. Recursos a Fundo Perdidos: São os recursos sobre os quais não incidem custos financeiros e para os quais não se exige o reembolso, mas apenas a devida prestação de contas. Recursos Disponíveis na forma de linha de crédito com juros subsidiados: São recursos oferecidos através de agentes financeiros, sobre os quais incidem juros menores que os juros de mercado. Recursos Disponíveis na forma de Incentivos Fiscais a Financiadores Privados: São recursos que o governo disponibiliza na forma de dedução de impostos devidos pelo financiador de projetos ou contribuintes de fundos de financiamento de projetos.

7.5.3. ORIGEM DOS RECURSOS.

Origem dos Recursos.  Recursos Públicos Governamentais. Segundo o BNDES, no conjunto das instituições do terceiro setor, o governo responde por 14,5 % das contribuições. Os recursos provenientes do governo podem vir de três formas: convênios, concursos públicos e termos de parceria. No caso dos convênios se estabelece uma parceria entre a entidade e a instância governamental (geralmente município e estado, dependendo da ação podem ser federal). Os projetos para pleito de convênio geralmente são financiados pelas secretarias do governo de acordo com a área fim da instituição.  Neste caso poderia estar vinculada a Secretaria de Trabalho e Promoção Social, junto ao governo do estado ou do Ministério da Ação Social, em nível federal. A lei que regulamenta estes convênios é a Lei Federal número 8666/93. Os Termos de parcerias são formalizados nos termos  da Lei Federal número 9790/98 onde o Ministério da Justiça fornece o certificado de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Para se tornar OSCIP requer alguns critérios estabelecidos pela lei, porém sendo o foco nos resultados, favorece a instituição filantrópica maior flexibilidade no uso dos recursos e menos burocracias. Após um tempo de maturidade da instituição INESPEC, quinto ano de funcionamento, iremos se tornar em uma OSCIP.

7.5.4. DO USO DE FORMULÁRIOS PADRÕES.

Para toda e qualquer pretensão de projetos, o INESPEC deve seguir rigorosamente a formatação técnica e legal dos formulários existentes seguidos rigorosamente. Nos convênios é obrigatória a divulgação do nome das entidades parceiras, salvo se esta solicitar “anonimato” como financiador.

7.5.5. FUNDAÇÕES INTERNACIONAL E BRASILEIRA.

Fundações e Agências Internacionais. Também é possível obter recursos de Fundações, que são criadas com propósito de apoiar as atividades filantrópicas. Estas fundações buscam resultados próximos a políticas públicas e não há necessariamente a preocupação com a divulgação do seu nome como financiador. Os projetos costumam ser de 1 a 3 anos e buscam contribuir para a auto-sustentação financeira da instituição. A GIFE ( Grupo de Institutos, Fundações e Empresas - http://www.gife.org/ ) é uma associação Nacional que congrega as fundações nacionais e disponibilizam as informações de todos as atividades de seus associados. Existem centenas de fundações internacionais que tem interesse no Brasil. Uma boa fonte para localizar as norte-americanas é a Foundantion Center em Nova Iorque (www.fdncenter.org) . Um site que disponibiliza todas as informações como prazos de inscrição para apresentações de projetos nacionais e internacionais é o (http://www.ritz.org.br/ ) é chamada a rede de informação do terceiro setor

7.5.6. AGENCIAS INTERNACIONAIS.

O processo de capacitação de recursos junto as Agências Internacionais é muito parecido com o das fundações. As Agências Internacionais muitas vezes precisam de aprovação do governo brasileiro. Elas podem representar governos estrangeiros, como por exemplo: CIDA (Canadá), USAID e Inter American Foudantion (Estados Unidos), GTZ (Alemanha) ou órgãos internacionais como: PNUD, UNICEF, Banco Mundial.
7.5.7. PROJETOS JUNTO AS INSTITUIÇÕES PRIVADAS – EMPRESAS PRIVADAS.

Empresas Privadas. É sabido que uma empresa pode apoiar uma entidade se percebe que esta tem credibilidade e se a causa é realmente importante. Neste caso estaremos estudando detalhadamente a empresa que pretendemos fazer parceria. No intuito de angariar fundos de uma empresa privada é necessário realizar um estudo prévio de quais benefícios será oferecido às empresas. Buscando uma ligação entre o que a empresa comercializa e o que a nossa entidade desenvolve.  As empresas de grande porte, sempre apresentam uma dificuldade proporcional ao seu porte para gerenciar sua imagem junto ao projeto. Isto porque sua massa burocrática é lenta e/ou não está empenhada em marcar seu nome junto às campanhas ou programas desenvolvidos. Uma idéia apresentada pode levar meses para ser aprovada. Muitas vezes um patrocinador menor, com maior visão de mercado, encampa a idéia e, embora não participe com uma verba significativa, dá todos os subsídios para que aja retorno financeiro. A estratégia seria começar por empresas de médio e pequeno porte, por serem mais acessíveis, ágeis e espertas. Está ligado ao projeto com a intenção principal de melhorar sua imagem diante da opinião pública, aproveitar a veiculação gratuita de sua marca nas matérias jornalísticas e identificar seus produtos com a natureza.

7.5.8. PROJETOS JUNTO AS PESSOAS FÍSICAS E INSTITUIÇÕES PRIVADAS – EVENTOS.

Eventos.  Outra forma para captação de recursos é a promoção de eventos. O objetivo é divulgar a causa, divulgar a missão e seus projetos, captar recursos, reconhecer doadores e voluntários e formar uma mala direta. Por ser uma estratégia que demanda muito planejamento e organização faremos um ao ano. Estas campanhas serão realizadas com apoio da Rádio WEB INESPEC, nos links:

http://radiowebinespec1.listen2myradio.com
http://radiowebinespec1.listen2mymusic.com
http://radiowebinespec1.radiostream321.com
http://radiowebinespec1.listen2myshow.com
http://radiowebinespec1.radio12345.com
http://radiowebinespec1.radiostream123.com

7.5.9. PROJETOS JUNTO A INDIVÍDUOS.

Individual.  Segundo a pesquisa realizada na Rede Virtual Inespec, encontramos um estudo denominado: “As organizações sem fins lucrativos no Brasil: ocupações, despesas e recursos”, realizados por Leilah e Neide Beres em parceria com The Johns Hopkins University, “81% das doações privadas vem de indivíduos totalizando 1,7 bilhão”. 21% da população doa recursos financeiros uma média R$ 158/per capital/ano – e outros 29% doam recursos materiais. Ou seja, 50% da população faz alguma doação em bens ou dinheiro para organizações sem fins lucrativos. Estes números mostram a importância do contribuinte individual e nos atentam para desenhemos estratégias de captação de recursos direcionados as pessoas da comunidade. Pessoas estas que aderem à causa se identificam com o projeto que a entidade desenvolve e mostram isto doando recursos, mesmo que pequenos. Embora este tipo de estratégia demande mais tempo, mais despesas e também maior investimento pessoal de cada um, não descartaremos esta alternativa. Justificamos pelo fato de que se estas pessoas doam recursos financeiros e horas de seu trabalho, significa que temos uma entidade representativa, que extrapola a idéia original dos quatro ou cinco fundadores e garante a entidade à possibilidade de somar cada vez mais esforços, criando conselhos ativos, desenvolvendo voluntários defensores e finalmente fidelizando sócios contribuintes. Pretende-se dar início a um sistema de sócio-contribuinte, desenvolvendo estratégias para cada perfil de doador a fim de estabelecer um grupo de doadores fiéis. O INESPEC tem experiência neste seguimento. Veja o ANEXO.
7.5.10. PROJETOS DIRECIONADOS AO BANCO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL – BNDES.

Citamos aqui algumas fontes de recursos para a ONG INESPEC, que o grupo de trabalho deve estudar os aspectos técnicos e elaborar os subprojetos respectivos. BANCO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL – BNDES.
Áreas Prioritárias para Financiamento: Projetos de ONGS em diversos programas, envolvendo: a) Expansão e melhoria da qualidade da infra-estrutura urbana e dos serviços sociais básicos; b) Manutenção e criação de oportunidades de trabalho e geração de renda; c) Modernização da gestão pública; d) Fomento do investimento social das empresas. Na área de Micro finanças, o BNDES desenvolve o PROGRAMA DE CRÉDITO PRODUTIVO POPULAR – PCPP. Este Programa tem como objetivo promover a formação de uma rede de instituições capazes de propiciar crédito a micro  empreendedores, formais ou informais, cooperativas de produção ou de serviços e microempresas, criando novos canais de distribuição de recursos financeiros e viabilizando alternativas de investimento para a geração de emprego e renda.
O Programa PCPP prevê o apoio a sociedade de crédito ao micro empreendedor – SCM ou organizações não-governamentais ou organizações da sociedade civil de interesse público – OSCIP – com atuação na área de microcrédito. A ONG ou OSCIP poderá ter a participação do poder público desde que sua representação no Conselho de Administração, ou órgão equivalente, seja de até um terço do total de membros, sendo-lhe vedada à indicação do presidente e, também, o preenchimento de cargos executivos, ainda que remunerados pela instituição. O custo financeiro dos recursos do PCPP é a taxa de juros de longo prazo – TJLP. O prazo de amortização é de oito anos, em parcelas trimestrais, com vencimento no 15o dia do primeiro mês de cada trimestre civil, após uma carência de nove meses.

7.5.11. PROJETOS DIRECIONADOS CÁRITAS BRASILEIRAS.

CÁRITAS BRASILEIRA. Áreas Prioritárias para Financiamento: A Caritas Brasileira faz parte da Rede Caritas Internationalis, rede da Igreja Católica de atuação social presente em 198 países, com sede em Roma. É um organismo da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e foi criada em 12 de novembro de 1956. É reconhecida como de utilidade pública federal. A Caritas Brasileira atua em 07 grandes linhas de ação:

1) RELAÇÕES DEMOCRÁTICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS;
2) FORTALECIMENTO E ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL;
3) FORMAÇÃO DE AGENTES EM PROL DA SOLIDARIEDADE;
4) PROMOÇÃO DA ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA;
5) ATUAÇÃO EM ÁREAS DE EMERGÊNCIA;
6) DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA SOLIDARIEDADE;
7) CONVIVÊNCIA COM O SEMI-ÁRIDO.

7.5.12. PROJETOS DIRECIONADOS: CATHOLIC RELIEF SERVICES – CRS.

CATHOLIC RELIEF SERVICES – CRS. Áreas Prioritárias para Financiamento.
A CRS trabalha em mais de 80 países, em todos os continentes, e oferece ajuda emergencial, e de longo prazo, aos pobres, levando em conta apenas à necessidade, sem distinguir crença, raça ou nacionalidade. Trabalha com as comunidades locais, em projetos voltados para a auto-sustentação. Para atingir estes objetivos apóia atividades nas seguintes áreas programáticas:

1) AGRICULTURA;
2) DIREITOS HUMANOS/SOCIEDADE CIVIL;
3) SAÚDE;
4) DESENVOLVIMENTO DO MICRO CRÉDITO;
5) BEM-ESTAR SOCIAL;
6) EMERGÊNCIA E
7) EDUCAÇÃO.

7.5.13. PROJETOS DIRECIONADOS MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Áreas Prioritárias para Financiamento:
Projetos de ONGS, com prioridade para associações rurais e urbanas, em diversos programas: apoio ao desenvolvimento institucional, capacitação, incentivo à educação cooperativista e associativista; modernização gerencial e administrativa; sistemas de produção de agricultura familiar; competitividade de associações rurais e cooperativas e fortalecimento da agricultura familiar - PRONAF. Através da EMBRAPA, financia também ONGS que estejam com projetos de apoio a pesquisa, desenvolvimento e transferência de tecnologia, em diversas prioridades temáticas: tecnologia avançada para a agricultura, agricultura familiar, recursos, agronegócios e estudos estratégicos.

7.5.14. PROJETOS DIRECIONADOS A ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS.
 
AGÊNCIAS INTERNACIONAIS. As Agências Internacionais atuam nas atividades de cooperação bilateral e multilateral, amparadas nos Acordo Básico de cooperação científica e tecnológica firmados pelo Governo Brasileiro. As atividades de cooperação são estabelecidas por meio de Convênios Bilaterais com instituições congêneres de outros países, Programas Multilaterais e afiliação às instituições internacionais governamentais e não-governamentais, assegurada por pagamento de contribuições anuais e têm por finalidade contribuir para a transferência de conhecimentos e experiências que podem ser relevantes para os esforços de desenvolvimento.
Os instrumentos disponibilizados se destinam a complementar e a fortalecer os meios de que dispõem os países beneficiários para alcançar os objetivos propostos, de interesse mútuo, em cada programa. As ações desenvolvem-se em campos estratégicos e procuram privilegiar a participação de outros setores nos esforços de cooperação.
7.5.15. 1 – BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento. Principal fonte de financiamento multilateral para projetos de desenvolvimento econômico, social e institucional na América Latina e no Caribe. Provê empréstimos e assistência técnica utilizando capital fornecido por seus países membros, bem como recursos obtidos nos mercados mundiais de capital mediante emissão de obrigações.

7.5.16. 1 BIRD - Banco Mundial. Principal organismo multilateral internacional de financiamento do desenvolvimento social e econômico. Além de financiar projetos, oferece sua grande experiência internacional em diversas áreas de desenvolvimento, assessorando o mutuário em todas as fases dos projetos, desde a identificação e planificação, passando pela implementação, até a avaliação final. A atuação no Brasil é regida pela Estratégia de Assistência ao País, que inclui assistência em cinco áreas: redução direcionada da pobreza, ajuste fiscal sustentável, retomada do crescimento, crescente efetividade do desenvolvimento e melhor administração dos ativos ambientais. 
7.5.17. 1 – DFID - Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido. Departamento do governo britânico que trabalha em parceria com outros governos que têm como prioridades à promoção do desenvolvimento sustentável e a eliminação da pobreza. No Brasil, apóia programas de cooperação técnica para promover o desenvolvimento sustentável do meio ambiente natural, principalmente na Amazônia, e Planos de Governo voltados para o fortalecimento dos serviços de saúde.

7.5.18. 1 – JICA - Agência de Cooperação Internacional do Japão. Órgão do governo japonês responsável pela implementação dos programas e projetos de cooperação técnica com os demais países. Apóia atividades nas seguintes modalidades: treinamento, intercâmbio, doação de equipamentos, cooperações técnicas tipo projeto e pesquisa, mini-projetos, estudos de desenvolvimento. No Brasil, as áreas prioritárias são saúde, agricultura, indústria, meio ambiente, educação e reformas econômicas.

7.5.19. 1 – PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Distribui fundo aos países em desenvolvimento, ajudando-os em programas de cooperação mútua. No Brasil, implementa programas no âmbito do Acordo Básico em Assistência Técnica entre o Governo Brasileiro e as Nações Unidas. Apóia projetos nas seguintes áreas: saúde (HIV/AIDS), políticas ambientais, energia, informações e comunicações tecnológicas, políticas de redução de pobreza, gestão democrática.

7.5.20. 1 – PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Presta serviços ao meio ambiente, particularmente na difusão das preocupações ambientais dentro da comunidade internacional. Proporciona apoio aos países no desempenho de seus objetivos na área ambiental, colaborando com os governos no desenvolvimento de projetos e atividades. Atua, também, com instituições acadêmicas e ONG's que possuem reconhecida experiência na área.

7.5.21.1 USAID - Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional. Agência Norte Americana que fornece assistência técnica e financeira nas seguintes áreas: crescimento econômico e desenvolvimento agrícola, meio ambiente, educação e treinamento, assistência humanitária, saúde e nutrição, democracia e governabilidade. No Brasil, apóia ações nas áreas de mudanças climáticas, meio ambientes, uso de energia eficiente e limpa, saúde.

É importante frisar que as diretrizes de PLANEJAMENTO E CAPTAÇÃO DE RECURSOS aqui apresentada não é só direcionada ao CAEE, servem de espelho pra toda a REDE INESPEC.


7.6 CONSIDERAÇÕES FINAL DESTA APRESENTAÇÃO DIRECIONADA A REDE MUNDIAL INESPEC.

CONSIDERAÇÕES FINAIS - Há muito temos ouvido governantes prometerem soluções fantásticas para a geração de emprego no Brasil, com números fantasiosos, e pouca realidade prática. Por outro lado, não se pode esperar de órgãos governamentais que financiem o trabalho de ONGs via doações e sim via contratação de serviços, o que levanta exigências novas de transparência e capacidade executiva para ambas as partes. Percebemos que o processo de globalização afetou o mercado de trabalho dos países desenvolvidos e emergentes, e sua continuidade deverá acelerar ainda mais o problema da ocupação da mão de obra ociosa. Este contexto perverso cria um terrível multiplicador bem conhecido por todos: fome, miséria e violência. O Brasil é um país com um elevado índice de desemprego e baixo nível de qualificação técnica, o que dificulta ainda mais o quadro apresentado, já que o processo de globalização, exigirá das empresas a introdução de equipamentos mais modernos e cuja operação demandará operadores extremamente qualificados. Diante deste quadro, as ONG’s surgem como alternativa para desenvolver atividades em pequenas comunidades com o propósito de absorver esta população que não conseguirá atender às novas demandas e reintegrá-la ao mercado de trabalho. Segundo AVRITZER (1977) algumas experiências bem sucedidas quanto à formação de Cooperativas patrocinadas por ONG’s tem se apresentado como uma solução inteligente no tocante a geração de emprego e renda para as camadas menos assistidas. As cooperativas podem ser formadas em pequenas comunidades, para fins comuns, como por exemplo: coleta, separação, e venda de materiais recicláveis. Este tipo de atividade tem permitido a geração de renda e melhoria nas condições de vida nas diversas comunidades. A formação do sistema cooperativista é simples, mas burocrático e, nem sempre a comunidade está instruída para colocá-lo em operação. Neste ponto, entram as ONG’s para auxiliar estas comunidades, na organização e formação destas cooperativas de trabalho. Há muita expectativa nos programas sociais existentes, mas também é de conhecimento, que não bastará fornecer um vale alimentação, se não promovermos também um resgate social, moral e psicológico, das pessoas, que querem trabalhar para ver o fruto deste em suas mãos e, poder gerar o próprio sustento de suas famílias. Notadamente assistiremos ao longo dos próximos anos, o fim gradativo do sistema de carteira assinada, associado à drástica redução dos postos de trabalho assalariado. A classe empresarial, que já vem assistindo ao movimento e tem ciência dos cenários futuros, está evoluindo em relação ao maior comprometimento com o desenvolvimento de seus programas de Responsabilidade Social, visando reduzir um problema oriundo de sua própria necessidade de reprodução do capital.  Um grande entrave para a solução do problema apresentado é a baixa eficiência do Estado tanto para gerir os recursos e direciona-los às áreas mais necessitadas quanto para financiar e suportar programas que gerem trabalho nestas comunidades. As ONGS e as empresas com viés mais social tentam ocupar o grande vácuo deixado pelo Estado no atendimento destas necessidades, porém o financiamento para as ONGS sérias é dificultado pela escassez, altos custos e alto risco de não ter recursos suficientes nos seus programas para suportá-los. Outra grande vantagem do trabalho desenvolvido pelas ONG’s é quanto à redução dos fluxos migratórios, uma vez que as atividades são executadas dentro das próprias comunidades, o que diminuem os custos e viabilizam ainda mais as operações. As comunidades devem descobrir a sua vocação ou mesmo serem instruídas para tal. A reciclagem de materiais jogados no meio ambiente, e os que se ajudam ajudando a natureza, tem sido alvo da mídia que demonstra exemplos de sucesso não somente na reciclagem. Também temos comunidades que fazem artesanato, apicultura, maricultura, tapeçaria, e várias outras atividades coletivas de sucesso. Além da reintegração das pessoas ao mercado de trabalho digno, foi possível promover diversas outras ações dentro das comunidades (cursos profissionalizantes, aulas de informática, montagem de bibliotecas) com ajuda de instituições religiosas e ONGs, visando uma melhoria geral nas condições de vida das pessoas. Esperar a ajuda governamental para grandes programas sociais ou geradores de emprego é um grande engodo, já que é possível promover pequenas ações que tenham uma enorme amplitude social, sem grandes inversões de capital, tanto financeiro quanto humano. As empresas “socialmente responsáveis” agora investem mais em atributos, como confiabilidade, serviço de pós-venda, produtos ambientalmente corretos e relacionamento ético da empresa com seus consumidores, fornecedores e outros stakeholders. Segundo Puppim(2005), com o aumento da necessidade de serem competitivas devido à abertura do mercado nacional e oportunidades de exportação, empresas estão buscando alternativas de se diferenciar, abrir novos mercados e melhorar sua competitividade. Ainda segundo o mesmo autor, a responsabilidade sócio-ambiental pode fazer esta diferença. A importância da Responsabilidade Social das empresas está justamente na conscientização coletiva, que a proporcionará um maior envolvimento nas comunidades em que se insere a organização, contribuindo para o desenvolvimento econômico e humano dos indivíduos, sem interferência de agentes políticos, atuando diretamente na área social, em parceria com ONG´s, igreja e agentes voluntários.

O INESPEC não vai esperar ajuda governamental, vai desenvolver um papel de consciência social via sua rede de mídia virtual, RÁDIO E TELEVISÃO, além de sites e blogs em nível mundial.

O INESPEC, no período de 1 de fevereiro a 16 de abril de 2011, conversou com mais de 2.400 amigos virtuais da REDE VIRTUAL INESPEC. E conforme relatado durante as entrevistas, esta nova e dura realidade de mercado (miséria, violência crescente e desemprego), já esta mexendo com algumas empresas e executivos, fazendo despertar a necessidade de investimentos na área social e na prática de atitudes e venda de produtos politicamente corretos.

7.6.1 – AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AO TITULAR DA PRODUÇÃO LITERÁRIA – ESTUDO TÉCNICO, DAS BASES TEÓRICAS QUE FUNDAMENTAM ESTA EXPOSIÇÃO.

Agradecimentos especiais  ao(s):  Fernando Kuschnaroff Contreras - Professor dos Cursos de MBA da FGV nas disciplinas de Gestão Estratégica, marketing, gestão do Conhecimento, Gestão de Pessoas,  Negociação e Negociações Complexas, Introdução à Administração e Introdução à Economia. Professor do Cuso de Graduação Tecnológica da FGV. Professor das Faculdades Spei de Curitiba.

7.6.2 – BIBLIOGRAFIA INDICADA PARA A FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DESTA APRESENTAÇÃO DIRECIONADA A REDE MUNDIAL INESPEC.



BIBLIOGRAFIA:

1.     A LEI 9.790/99 Como alternativa para o Terceiro Setor – OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – Conselho da Comunidade Solidária – Presidência da República - 2ª Edição, 2002).
ABONG. 1996. ONGs. Um perfil. Cadastro das filiadas à Associação Brasileira de ONGs (ABONG). São Paulo: Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais.
ABREU, José Carlos Franco; SOUZA,Cristóvão Pereira; GONÇALVES, Danilo Américo; CURY, Marcus Vinicius Quintella – Finanças Corporativa – Serie Gestão Empresarial – FGV-2 edição – Rio de janeiro
AVRITZER, L. 1997. Um desenho institucional para o novo associativismo. Lua Nova, São Paulo, n. 39,
BARDWICK, Judith M. Perigo na Zona de Conforto. São Paulo: Pioneira, 1998.
BAUMANN, Renato (Org.). Brasil: uma década em transição. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
BNDES. 2001. Terceiro setor e desenvolvimento social. Relato Setorial n. 3. Rio de Janeiro: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
CAMARGO, Mariângela Franco de Camargo et al. Gestão do Terceiro Setor no Brasil. São Paulo: Ed. Futura, 2001.
CAMPOS, Celso. A Organização inconformista. Rio de Janeiro: FGV 2001.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
CLARKSON, Max B.E. A Stakeholder Framework for Analysing and Evaluation Corporate Social Performance. Academy of Manegement Review. V.20 N1 1995
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. Ed. Atlas São Paulo 1999
IBTS – Instituto Brasileiro do Terceiro Setor
KOTTER, John P. – Liderando Mudanças- Ed. Campus – 5a. Edição- Rio de Janeiro
Características Necessárias às empresas do Século XXI
MOTTA, Paulo Roberto. Transformação Organizacional – A Teoria e a Pratica de Inovar, Rio de Janeiro : Qualitymark, 1999
OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – A Lei 9790/99 como alternativa para o Terceiro Setor – Conselho da Comunidade Solidária - 2ª Edição – Brasília - 2002
PUPPIM DE OLIVEIRA, José António – Uma avaliação dos Balanços Sociais das 500 maiores – ERA Eletrônica, V4 n.1, Art 2, Jan/Jul 2005 – FGV Rio de Janeiro – 2005
PORTAL TRIBUTÁRIO, Editora . Sociedades Cooperativas – Aspectos Societários, Contábeis e Fiscais.
SERVA, M. 1997. O Estado e as ONGs: uma parceria complexa. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 31, n. 6,
VERGARA, Sylvia Constant – Métodos de Pesquisa em Administração – Ed. Atlas – 2 Ed. São Paulo – 2006




CAEE - ADMISSÃO - QUARTA PARTE DO DOCUMENTOS LEGAIS DOS PROTOCOLOS DA CAMPANHA INTERNACIONAL INESPEC

INSTITUTO INESPEC
Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL

CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO- ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

CAEE-INESPEC

PROJETO INSTITUCIONAL

PROJETO DE CAPTAÇÃO INSTITUCIONAL DE RECURSOS FINANCEIROS PARA EXECUÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS VISANDO ATENDER CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIALIZADAS: SÍNDROMES DE DOWN, AUTISMO, DISTÚRBIOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, INCLUEM-SE O SUBPROJETO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO; SUBPROJETO DE ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIALIZADO AS CRIANÇAS DO CAEE/INESPEC - PERÍODO DE 2011-2016 - CAPTAÇÃO PELA PRERROGATIVA DO ARTIGO 538 DA LEI FEDERAL n.o 10.406, de 10 de janeiro de 2002. (Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. CAPÍTULO IV - Da Doação - TÍTULO VI - Das Várias Espécies de Contrato.

DAS REGRAS DE ADMISSIBILIDADE NO CAEE - INESPEC

6. – PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL

O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, através da Presidência, gestão (GST. 2007/12), iniciou as matrículas do ano de 2011, e dentro de seu PROJETO INSTITUCIONAL ofertou vagas para o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. A assessoria técnica elaborou o Edital (Edital n.o. 1-CAEE PRT 5383/2011, de 1 de janeiro de 2011. EMENTA: EDITAL DE ABERTURA DE CURSOS E VAGAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE 2011. INSTITUTO INESPEC)  que foi assinado pela Professora Ray Rabelo, Presidente do INESPEC.  Da mesma forma a administração se comportará quando do regramento visando criar condições para aumentar os projetos a serem executados e a demanda de alunos na educação especial. Com projeções da seguinte forma:


1.      ANO DE 2011...................... 109 discentes;
2.      ANO DE 2012...................... 218 discentes; 
3.      ANO DE 2013...................... 436 discentes; 
4.      ANO DE 2014...................... 600 discentes; 
5.      ANO DE 2015...................... 800 discentes; 
6.      ANO DE 2016...................... 1000 discentes; 

6.1 – TURMAS PARA 2011.

Para o ano de 2011 foram instituídas as turmas: “A, B, C, D, E, F e G” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 07h45min às 11h15min horas e formação das turmas “H, I, J, L, M, N e O” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 13h00min às 16h30min horas.


6.2 – TOTAL DE DOCENTES NO ANO DE 2011 E PROVÁVEL IMPACTO NA FOLHA ATÉ 2016.

Para as turmas de 2011 a previsão é de 14 professores com 100 horas/aulas. A contribuição pecuniária pela contra prestação do serviço docencial é na ordem, de R$ 1.659,23(salário mensal) por docente. A folha docencial é na ordem de R$ 23.229,22, mês.  A folha docencial para o ano de 2011 é na ordem de R$ 278.750,64. Assim se tem uma projeção imaginária do custo só com FOLHA DE PAGAMENTO DE PROFESSORES.

1.      ANO DE 2011...................... R$    278.750,64.
2.      ANO DE 2012...................... R$    278.750,64.
3.      ANO DE 2013...................... R$    278.750,64.
4.      ANO DE 2014...................... R$    278.750,64.
5.      ANO DE 2015...................... R$    278.750,64.
6.      ANO DE 2016...................... R$    278.750,64.
7.      Previsão de captação............. R$ 1.672.503,84

6.3 – CONVÊNIO PARA PAGAMENTO DA FOLHA EM 2011.

Para as turmas de 2011 com a previsão de 14 professores com 100 horas/aulas. Foi assinado um convênio entre a Presidência do INESPEC e o Governo do Estado do Ceará, via SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA, que até dezembro deste ano de 2011, garante o pagamento da folha de pagamento dos professores. Estimativa desta folha no ANO DE 2011 é na ordem de R$ 278.750,64. Observação: O gerenciamento desta folha é diretamente com a SEDUC e o DOCENTE não passando pelos registros contábeis do INESPEC.

6.4 – CONVÊNIOS PARA PAGAMENTO DE DOCENTES - FOLHAS EM 2012/16.

Para as turmas de 2012/16 com a previsão dos professores com 100 horas/aulas. Esperamos que além dos convênios a resposta da CAMPANHA INTERNACIONAL DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS DÊ RESULTADOS PRÁTICOS. Sem correções monetárias projetadas espera se captar valores na ordem seguinte:

1.      ANO DE 2012......................R$    278.750,64.
2.      ANO DE 2013......................R$    278.750,64.
3.      ANO DE 2014......................R$    278.750,64.
4.      ANO DE 2015......................R$    278.750,64.
5.      ANO DE 2016......................R$    278.750,64.
6.      Previsão de captação.............R$ 1.393.753,20


6.5 – PRINCÍPIOS QUE NORTEIA A ABERTURA DE VAGAS NO CAEE-INESPEC NO ANO DE 2011 E QUE DEVE SER AVALIADO PARA OS ANOS POSTERIORES.

O Edital de lavra da ilustre Presidente se fundamentou nos autos do Processo número 5.180/2011-CAEE/INESPEC, que se destina a abertura de vagas no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DO INESPEC, devidamente aprovado na ATA DELIBERATIVA DA PRESIDÊNCIA DO INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA. ATA NÚMERO 5381/2011. Como é de prática na entidade INESPEC, a Presidência levou em consideração os seguintes aspectos:

  1. Considerando a formação das turmas “A, B, C, D, E, F e G” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 07h45min às 11h15min horas;

  1. Considerando a formação das turmas “H, I, J, L, M, N e O” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 13h00min às 16h30min horas.

  1. Considerando que o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO CAEE/INESPEC pretende ofertar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no âmbito da educação profissional voltada para os técnicos da educação especial:

  1. Considerando que o CAEE/INESPEC ofertará cursos de formação inicial e continuada em parceria com o Poder Público e a iniciativa privada, nos moldes do Decreto Federal 2.208/97, Cursos Básicos;

  1. Considerando que o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO CAEE/INESPEC não se enquadrada no art. 1º da Resolução - CEC Nº 390/2004, que “Dispõe sobre credenciamento ou cadastramento de instituições que ofertam cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no âmbito da educação profissional”.

  1. Considerando que o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO CAEE/INESPEC, deve para tal desiderato cadastrar-se junto ao Conselho de Educação do Estado do Ceará (Resolução número 390/2004-CEC/CE);

  1. Considerando às disposições do egrégio CEC/CE, na Resolução número, 394/2004, que fixa normas para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais, no âmbito do Sistema de Ensino do Estado do Ceará.

  1. Considerando que o CAEE/INESPEC não vai promover escolarização, mas somente um ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, a alunos que se enquadre no conceito: “necessidades educacionais especiais para discentes que estejam passando por dificuldades de aprendizagem temporárias ou permanentes e que como tal interfira na sua escolarização regular junto à rede pública ou privada do SISTEMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ;

9.     Considerando que o CAEE/INESPEC determina que os alunos matriculados nestas turmas sejam ISENTOS DO PAGAMENTO DE MATRÍCULAS E MENSALIDADES. SÃO BENEFICIÁRIOS DO CONVÊNIO INESPEC/SEDUC. NÃO PODEM PARTICIPAR DO PROGRAMA DE SEME-INTERNATO, mais podem em comum acordo com os responsáveis contribuir com a manutenção do prédio sede do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, sendo que tal contribuição não se vincula a obrigatoriedade e nem se vincula a participação nos eventos das atividades pedagógicas privativas das turmas;

  1. Considerando as diretrizes da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal nº 9.394/96;

  1. Considerando as diretrizes da Resolução nº 02, de 02 de setembro de 2001, do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica, que institui diretrizes nacionais para a educação especial;

  1. Considerando os termos do Decreto Federal nº 3.956, de 08 de outubro de 2001 - Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência;
  2. Considerando os termos do Decreto Legislativo Federal n.o 198, de 13 de junho de 200l;

  1. Considerando os termos do PARECER N.º: CNE/CEB: 11/2004, PROCESSO N.º: 23001.000043/2003-31 RELATORA: Sylvia Figueiredo Gouvêa. COLEGIADO: CEB - APROVADO EM: 10/03/2004;

6.6 – QUEM PODE SE MATRICULAR NO CAEE/INESPEC.

Art. 2º – Podem se matricular no CAEE/INESPEC os discentes, que se enquadrem como alunos com necessidades educacionais especiais, e que apresentem:  I – dificuldades acentuadas na aprendizagem ou limitações no desenvolvimento, que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares próprias do nível de ensino no qual está inserido, vinculadas ou não a uma causa orgânica específicas;  II – dificuldades físicas e biológicas que comprometem o seu desempenho normal; III – dificuldades de comunicação diferenciada dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis; IV – notável desempenho e elevada potencialidade na capacidade intelectual e acadêmica, no pensamento criativo, na liderança, nas artes, na psicomotricidade ou em outro aspecto, de forma isolada ou combinada. A educação especial a ser desenvolvida no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, nos âmbito das turmas aqui criadas insere-se na educação básica, abrangendo ensino fundamental I e Ensino de Jovens e Adultos, primeiros seguimentos, e nestas turmas aqui criadas não se inclui a educação escolar regular, como: educação de jovens e adultos, educação profissional e educação indígena.

6.7 – PRINCÍPIOS LEGAIS QUE NORTEIA A ABERTURA DE VAGAS NO CAEE-INESPEC NO ANO DE 2011 E QUE DEVE SER AVALIADO PARA OS ANOS POSTERIORES.



Edtal n.o. 1-CAEE PRT 5383/2011, de 1 de janeiro de 2011. EMENTA: EDITAL DE ABERTURA DE CURSOS E VAGAS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ANO DE 2011.

O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura
rua Dr. Fernando Augusto, 873 – Casa II, bairro Santo Amaro, CEP 60.540.260.
3245.88.22 E 3497.0459 – 88 23 82 49 E 86440168
CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
CNPJ: 08.928.223/0001-25
Telefones: (85) 3245-8822 / 3497-0459 / 8524-7787
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O Instituto de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura através do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO...
(...) No uso de suas atribuições legais, com fundamento no(s) artigo(s) do Estatuto do INESPEC, e AINDA fundamentado nos autos do Processo número 5.180/2011, que se destina a abertura de vagas no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DO INESPEC, devidamente aprovado na ATA DELIBERATIVA DA PRESIDÊNCIA DO INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA. ATA NÚMERO 5381/2011.
FAZ SABER, que:
Considerando a formação das turmas “A, B, C, D, E, F e G” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 07h45min às 11h15min horas;
Considerando a formação das turmas “H, I, J, L, M, N e O” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 13h00min às 16h30min horas.
Considerando que o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO CAEE/INESPEC pretende ofertar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no âmbito da educação profissional voltada para os técnicos da educação especial:
Considerando que o CAEE/INESPEC ofertará cursos de formação inicial e continuada em parceria com o Poder Público e a iniciativa privada, nos moldes do Decreto Federal 2.208/97, Cursos Básicos;
Considerando que o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO CAEE/INESPEC não se enquadrada no art. 1º da Resolução - CEC Nº 390/2004, que “Dispõe sobre credenciamento ou cadastramento de instituições que ofertam cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, no âmbito da educação profissional”.
Considerando que o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO CAEE/INESPEC, deve para tal desiderato cadastrar-se junto ao Conselho de Educação do Estado do Ceará (Resolução número 390/2004-CEC/CE);
Considerando às disposições do egrégio CEC/CE, na Resolução número, 394/2004, que fixa normas para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais, no âmbito do Sistema de Ensino do Estado do Ceará.
Considerando que o CAEE/INESPEC não vai promover escolarização, mas somente um ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, a alunos que se enquadre no conceito: “necessidades educacionais especiais para discentes que estejam passando por dificuldades de aprendizagem temporárias ou permanentes e que como tal interfira na sua escolarização regular junto à rede pública ou privada do SISTEMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ;
Considerando que o CAEE/INESPEC determina que os alunos matriculados nestas turmas sejam ISENTOS DO PAGAMENTO DE MATRÍCULAS E MENSALIDADES. SÃO BENEFICIÁRIOS DO CONVÊNIO INESPEC/SEDUC. NÃO PODEM PARTICIPAR DO PROGRAMA DE SEMIINTERNATO, mais podem em comum acordo com os responsáveis contribuir com a manutenção do prédio sede do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, sendo que tal contribuição não se vincula a obrigatoriedade e nem se vincula a participação nos eventos das atividades pedagógicas privativas das turmas;
Considerando as diretrizes da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Federal nº 9.394/96;

Considerando as diretrizes da Resolução nº 02, de 02 de setembro de 2001, do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica, que institui diretrizes nacionais para a educação especial;
Considerando os termos do Decreto Federal nº 3.956, de 08 de outubro de 2001 - Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência;
Considerando os termos do Decreto Legislativo Federal n.o 198, de 13 de junho de 200l;
Considerando os termos do PARECER N.º: CNE/CEB: 11/2004, PROCESSO N.º: 23001.000043/2003-31 RELATORA: Sylvia Figueiredo Gouvêa. COLEGIADO: CEB - APROVADO EM: 10/03/2004;
Resolve,
O Presente Edital destina-se a tornar público que INSTITUTO DE ENSINO PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA, através do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, legalmente constituído, esta dando ciência das seguintes deliberações, que se incorpora no formato jurídico de DECISÃO ADMINISTRATIVA, a saber:
Art. 1º –. Fica instituída a formação das seguintes turmas de alunos: “A, B, C, D, E, F e G” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 07h45min às 11h15min horas.
Parágrafo Único.  Institui-se ainda a formação das turmas “H, I, J, L, M, N e O” para o CURSO LIVRE DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL NA EDUCAÇÃO ESPECIAL sob regime de atendimento educacional especializado para o ENSINO FUNDAMENTAL I, PRIMEIRO SEGMENTO e EJA – PRIMEIRO SEGUIMENTO, que funcionará no horário: 13h00min às 16h30min horas.
Art. 2º – Podem se matricular no CAEE/INESPEC os discentes, que se enquadrem como alunos com necessidades educacionais especiais, e que apresentem:

I – dificuldades acentuadas na aprendizagem ou limitações no desenvolvimento, que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares próprias do nível de ensino no qual está inserido, vinculadas ou não a uma causa orgânica específicas;

II – dificuldades físicas e biológicas que comprometem o seu desempenho normal;

III – dificuldades de comunicação diferenciada dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis;

IV – notável desempenho e elevada potencialidade na capacidade intelectual e acadêmica, no pensamento criativo, na liderança, nas artes, na psicomotricidade ou em outro aspecto, de forma isolada ou combinada.

Art. 3º – A educação especial a ser desenvolvida no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, nos âmbito das turmas aqui criadas insere-se na educação básica, abrangendo ensino fundamental I e Ensino de Jovens e Adultos, primeiros seguimentos, e nestas turmas aqui criadas não se inclui a educação escolar regular, como: educação de jovens e adultos, educação profissional e educação indígena.

Art.4º – A educação especial a ser desenvolvida pelo CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, deverá ser fundamentada nos princípios:

I – éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum;

II – políticos dos deveres de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática;

III – estéticos da sensibilidade, da criatividade, do lúdico, da qualidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais;

IV – da dignidade humana: identidade social, individualidade, auto-estima, liberdade, respeito às diferenças, como base para a constituição e fortalecimento de valores, atitudes, conhecimentos, habilidades e competências;

V – da inclusão, voltados para o reconhecimento e a valorização das diferenças e potencialidades do aluno, bem como de suas necessidades educacionais especiais na ação pedagógica; e 

VI – da totalidade, numa concepção integradora da ação educativa.

Art.5º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, como instituição parceira da educação pública deve matricular os alunos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.

Art. 6º – Compete ao CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, como entidade privada responsável educação especial:

I – zelar pelo cumprimento das normas expressas no ordenamento jurídico da República, em consonância com a sua especificidade;

II – desenvolver programas de formação continuada com vistas à qualificação dos recursos humanos para a área da educação especial;

III – responsabilizar-se pelo planejamento, acompanhamento e avaliação dessa modalidade de ensino no seu âmbito institucional;

IV – firmar convênios com instituições públicas ou privadas nas áreas de educação, saúde, trabalho, esporte, cultura e lazer, visando à qualidade do atendimento às pessoas com necessidades educacionais especiais;

V – assegurar recursos financeiros, técnicos, humanos e materiais provendo-se das condições necessárias ao atendimento dessa modalidade educacional proposta;

VI – assegurar o acesso dos alunos com necessidades especiais aos espaços sociais da sua comunidade, mediante a eliminação de barreiras arquitetônicas e o estabelecimento de sinalizações sonoras e visuais; 

VII – adotar práticas de ensino consensuais com as diferenças dos alunos em geral, oferecendo opções metodológicas que contemplem a diversidade;
VIII – identificar a demanda real de atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais mediante a criação de sistemas de informação e repassar para as autoridades públicas da educação

Art. 7º – A educação especial será oferecida no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, como forma complementar se objetividade de escolarização, mais não deve perder de vista as considerações:

I – o que estabelece a Constituição Federal, no Capítulo III, Art. 208, Incisos III, IV, V e VI;

II – os princípios que norteiam a instituição da educação inclusiva, expressos nas diretrizes nacionais para a educação especial;

III – a necessidade de mudança nas formas de acesso e atendimento escolar com base em novos paradigmas educacionais e, quando necessário, com apoio especializado.

Art. 8º – O aluno matriculado no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, deve ter com freqüência avaliações com o apoio da família e em colaboração com setores da saúde e assistência social, para efetivar a ação educativa inclusiva.

Art. 9º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, desenvolverá esforços para oferecer ambiente físico, humano e pedagógico, que permita à comunidade escolar o uso dos bens culturais, científicos e educacionais, com harmonia, bem-estar e consciência de sua cidadania.

Art. 10 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, buscará proporcionar ao aluno com necessidades educacionais especiais atendimento que satisfaça as condições requeridas por suas características, visando ao seu desenvolvimento global e integração à sociedade e ao mercado de trabalho.

Art. 11 – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, deverá acolher os alunos, quaisquer que sejam suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, lingüísticas, devendo o atendimento ser feito em classes comuns, respeitadas as exigências pedagógicas recomendadas.

Art. 12 – De acordo com as especificidades dos alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, deverá organizar-se para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, propiciando o desenvolvimento das potencialidades desses educandos.

Parágrafo único – Os serviços referidos no caput deste artigo compreenderão: salas de recursos, apoio pedagógico e psicopedagógico, serviços de itinerância, havendo, ainda, de ser adotadas estratégias, intervenções pedagógicas alternativas, visando a um atendimento que contemple as diferenças individuais. 

Art.13 – Os alunos incluídos no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INES, quando necessário, receberão atendimento especializado nas seguintes áreas:

I - Psicanálise;
II – Fonoaudiologia;
III – Psicologia;
IV – Psicomotricidade;
V - Terapia Ocupacional;
VI – Psicopedagogia, e outros serviços em caráter transitório ou permanente.

§ 1º – Os atendimentos necessários e complementares para a aprendizagem dos alunos do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INES, poderão ser oferecidos por serviços especializados, em escolas e instituições especiais com as quais a entidade CAEE/INESPEC mantenha parcerias.

§ 2º – O encaminhamento dos alunos do CAEE/INESPEC para os serviços de apoio especializado de natureza pedagógica ou de reabilitação dependerá das avaliações de suas necessidades educacionais especiais, sempre com a participação da família.

Art. 14 – Os alunos matriculados no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INES, devem ser orientados para freqüentarem a escola regular para a escolarização, devendo se recomendar a priorização do critério idade cronológica, considerando sua maturidade biológica, cognitiva, psicológica e social e a especificidade de suas diferenças.

§ 1º – Poderão ser incluídos no máximo 8 (oito) dois alunos com deficiência na mesma sala de aula, observados os critérios do caput deste artigo e a natureza da necessidade especial que o escolar apresente.

§ 2º – Nos casos extraordinários, deverão ser observadas por parte do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INES, as orientações do setor responsável pela educação especial do sistema de ensino estadual ou municipal.

Art. 15 – Para alunos do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, com algum comprometimento motor, devem ser previstas adaptações no mobiliário e nas formas de acesso, para atendimento de suas necessidades físicas e pedagógicas.

Art. 16 – A oferta da educação profissional para alunos do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, com necessidades educacionais especiais, visando a sua inserção social no mundo do trabalho, dar-se-á de acordo com o preconizado nos artigos 39 a 42 da LDB.

Parágrafo único – Aos alunos do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, que, por suas características, não puderem receber educação profissional na conformidade do caput deste artigo deverá ser conferida a oportunidade de educação para o trabalho por intermédio de oficinas pedagógicas em convênio com instituições especializadas ou parcerias outras a ser formatado pela equipe técnica da entidade.

Art. 17 – A concepção, organização e operacionalização do currículo do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, serão de competência da equipe técnica da instituição, devendo constar em seu projeto pedagógico as disposições requeridas para o atendimento de educandos com necessidades educacionais especiais.

Art. 18 – Ao aluno do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, que apresente forma de comunicação diferenciada dos demais será assegurado o acesso tanto às informações quanto aos conteúdos curriculares, conforme padrões de aprendizagem requeridos na instituição escolar, mediante linguagens e códigos aplicáveis, como o Sistema Braille, a língua de sinais, recursos de informática e outros meios técnicos, sem prejuízo da Língua Portuguesa.

Art. 19 – Ao aluno do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, que possui altas habilidades deverá ser oferecido serviço suplementar organizado para favorecer o aprofundamento e o enriquecimento das atividades curriculares, de conformidade com a sua capacidade cognitiva, visando ao seu atendimento global.

Art. 20 – A prática da educação física e do desporto por parte dos alunos do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, reger-se-á pelo que estabelece o Artigo 26, § 3º da LDB e pela Lei nº 10.793, de 1º de dezembro de 2003, considerando a natureza e o comprometimento da deficiência apresentado, respeitando a avaliação clínica a que o aluno tenha sido submetido.

Art. 21 – O sistema de avaliação no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, objetiva simplesmente a medir o nível de execução do projeto e tem caráter formativo, ultrapassando os processos classificatórios.

Art. 22 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, não expedirá documentos acadêmicos com fins de transferência de alunos ou de subjetividade de promoção em escolarização.

Art. 23 – No CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, é permitida a flexibilização curricular visando atender as possibilidades de aprendizagem do aluno, tanto no plano cognitivo, bem como, político social.

Art. 24 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, poderá expedir histórico escolar do estudante regularmente matriculado, de forma que nele se apresentará, em caráter descritivo, as competências e habilidades adquiridas, não se usando notas ou conceitos.

Parágrafo Único.  No histórico escolar deve ter a mensagem em caráter obrigatório: “ESTE DOCUMENTO NÃO ASSEGURA DIREITO A PROMOÇÃO ESCOLAR. ALUNO ATENDIDO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. CURSO LIVRE” 

Art. 25 – O aluno com necessidades especial matriculado no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, deverá estar matriculado no ENSINO ESCOLAR REGULAR, e não estando os responsáveis legais pelo aluno devem assinar uma DECLARAÇÃO MODELO I em anexo.

Art. 26 – Os professores do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, contratados para a educação especial devem estar em conformidade com o estabelecido na LDB, artigos 59, Inciso III, e 62, e com as diretrizes curriculares nacionais para a formação de docentes.

§ 1º – O CAEE/INESPEC em parceria com a SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, da União, desenvolverá formação profissional continuada de que trata o caput deste artigo, através de cursos de atualização, aperfeiçoamento e especialização.

§ 2º – Aos professores que já se encontram exercendo o magistério, nessa modalidade de ensino, ou que atuarão junto a esses alunos, matriculados no CAEE/INESPEC, serão oferecidas oportunidades de formação continuada, inclusive no nível de pós-graduação no âmbito do INESPEC, utilizando o SISTEMA DA TELEVISÃO VIRTUAL INESPEC em parceria com a TELEVISÃO MUNDIAL – TV WORLD, dos Estados Unidos da América.

§ 3º – A parceria para os fins a que se refere o parágrafo segundo já estar firmada, e inicialmente se processa o CANAL DO AUTISMO e CANAL MEDICINA nos links:

a) TV INESPEC AUTISMO RADIOWEBINESPEC
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TELEVISÃO VIRTUAL EAD


http://worldtv.com/tv-inespec-hist_ria_do_brasil


c)  Dialética do autismo.

d) SISTEMA DE RADIODIFUSÃO INTERNACIONAL INESPEC
BLOGS DO INESPEC PARTE1





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Art. 27 – A educação especial no CAEE/INESPEC, buscará mecanismos de cooperação com a educação para o trabalho, em parceria com organizações governamentais e não governamentais, visando ao desenvolvimento de programas de qualificação profissional para alunos com necessidades especiais, promovendo sua inserção no mercado de trabalho.

Art. 28 – A inclusão da pessoa com necessidades especiais no mercado de trabalho ou sua incorporação ao sistema produtivo deverá constar como parte integrante da política institucional e projeto pedagógico do CAEE/INESPEC, de emprego.

Art. 29 – Nos casos de deficiência grave ou severa o CAEE/INESPEC, através de seu corpo docente viabilizará a uniformização do atendimento de forma que não exclua da instituição o cidadão com necessidades especiais.

Art. 30 – O CAEE/INESPEC deve instituir banco de dados que reúna informações sobre a situação das pessoas com necessidades educacionais especiais e fomente pesquisas e estudos sobre o assunto junto a sociedade civil e ao corpo docente da instituição.

Art. 31 – O CAEE/INESPEC em parceria com o NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MÉDICA do INESPEC implantará o SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIALIZADO para assistir a crianças com necessidades especiais.

Art. 32 – No ano de 2011, o SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIALIZADO a que se refere o artigo anterior funcionará em instalações do INESPEC a Rua Dr. Fernandes Augusto, 119, no turno noturno.

Art. 33 – O presente Edital será incorporado a texto de Portaria a ser baixada pela Presidência do INESPEC.

Art. 34 – Os casos não contemplados no presente Edital deverão ser submetidos a Presidência do INESPEC, mediante procedimento administrativo interno.

Art. 35 – Os alunos matriculados em 2011 em consonância com o presente Edital serão lançados no SIGE da Secretaria da Educação Básica, devendo antes de tal procedimento o CAEE/INESPEC se assessorar com a autoridade citada.

Art. 36 – A organização do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, fundamenta-se nos marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos: Decreto nº 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU; Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da educação especial; Decreto nº 6.571/2008, que dispõe sobre o apoio da União e a política de financiamento do atendimento educacional especializado – AEE; Resolução CNE/CEB nº 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado – AEE, na educação básica.

Art. 37 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, dentro de uma visão legal e constitucional se posiciona na linha seguinte:

1.            - O poder público deve assegurar às pessoas com deficiência o acesso a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis;
2.            - A deficiência é um conceito em evolução, que resulta da interação entre as pessoas com uma limitação física, intelectual ou sensorial e as barreiras ambientais e atitudinais que impedem a sua plena e efetiva participação na sociedade;
3.            - Os sistemas de ensino devem garantir o acesso ao ensino regular e a oferta do atendimento educacional especializado aos alunos público alvo da educação especial: alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação;
4.            - A educação especial é uma modalidade de ensino transversal aos níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado, de forma não substitutiva à escolarização.

Art. 38 – No âmbito do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade organizados institucionalmente,  prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular.

Art. 39 – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, ofertará um atendimento especializado usando salas de recursos multifuncionais, se constituindo em um centro de atendimento educacional especializado.

Art. 40 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, em relação as turmas aqui autorizadas tem como  função:

a) a oferta do atendimento educacional especializado – AEE, de forma não substitutiva à escolarização dos alunos público alvo da educação especial, no contraturno do ensino regular;

b) a organização e a disponibilização de recursos e serviços pedagógicos e de acessibilidade para atendimento às necessidades educacionais específicas destes alunos;

c) a interface com as escolas de ensino regular, promovendo os apoios necessários que favoreçam a participação e aprendizagem dos alunos nas classes comuns, em igualdade de condições com os demais alunos.
Art. 41 – As escolas que não dispor de atendimento educacional especializado em suas próprias salas de recursos multifuncionais, poderá de ofício ou no SIGE, ou por outro meio matricular seus alunos no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC.

Art. 42 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, efetivará  a matricula no AEE dos alunos público alvo da educação especial, regularmente matriculado na educação básica, conforme o disposto na alínea “d” do Parágrafo único do art. 8º da Resolução CNE/CEB nº 4/2009.

Art. 43 – Nos termos do art. 11 da Resolução CNE/CEB nº 4/2009, o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, encaminhará a SEDUCE/CE, cópia do presente Edital, bem como a previsão interna do CAEE/INESPEC,  das ofertas desse atendimento no Projeto Político Pedagógico.

Art. 44 – São atribuições do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC:

1. Organizar o projeto político pedagógico para o atendimento educacional especializado, tendo como base a formação e a experiência do corpo docente, os recursos e equipamentos específicos, o espaço físico e as condições de acessibilidade, de que dispõe.

2. Matricular, no centro de AEE, alunos matriculados em escolas comuns de ensino regular, que não tenham o AEE realizado em salas de recursos multifuncionais da própria escola ou de outra escola de ensino regular.

3. Registrar, no Censo Escolar MEC/INEP, os alunos matriculados no centro de AEE.

4. Ofertar o AEE, de acordo com convênio estabelecido, aos alunos público alvo da educação especial, de forma complementar as etapas e/ou modalidades de ensino definidas no projeto político pedagógico.

5. Construir o projeto político pedagógico – PPP considerando:

I - a flexibilidade da organização do AEE, individual ou em pequenos grupos;

II - a transversalidade da educação especial nas etapas e modalidades de ensino;
III - as atividades a serem desenvolvidas conforme previsto no plano de AEE do aluno.

6. Efetivar a articulação pedagógica entre os professores do centro de AEE e os professores das salas de aula comuns do ensino regular, a fim de promover as condições de participação e aprendizagem dos alunos;

7. Colaborar com a rede pública de ensino na formação continuada de professores que atuam nas classes comuns, nas salas de recursos multifuncionais e centros de AEE; e apoiar a produção de materiais didáticos e pedagógicos acessíveis;

8. Estabelecer redes de apoio à formação docente, ao acesso a serviços e recursos, à inclusão profissional dos alunos, entre outros que contribuam na elaboração de estratégias pedagógicas e de acessibilidade;

9. Participar das ações intersetoriais realizadas entre a escola comum e os demais serviços públicos de saúde, assistência social, trabalho e outros necessários para o desenvolvimento dos alunos.

Art. 45 – São atribuições do docente responsável pelo Atendimento Educacional Especializado e coordenador das turmas de educação especial do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC:

1. Elaborar, executar e avaliar o Plano de AEE do aluno, contemplando: a identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas dos alunos; a definição e a organização das estratégias, serviços e recursos pedagógicos e de acessibilidade; o tipo de atendimento conforme as necessidades educacionais específicas dos alunos; e o cronograma do atendimento e a carga horária, individual ou em pequenos grupos.

2. Implementar, acompanhar e avaliar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade no AEE, na sala de aula comum e demais ambientes da escola.

3. Produzir materiais didáticos e pedagógicos acessíveis, considerando as necessidades educacionais específicas dos alunos e os desafios que este vivencia no ensino comum, a partir dos objetivos e atividades propostas no currículo.

4. Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando a disponibilização dos serviços e recursos e o desenvolvimento de atividades para a participação e aprendizagem dos alunos nas atividades escolares.

5. Orientar os professores e as famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno de forma a ampliar suas habilidades, promovendo sua autonomia e participação.

6. Desenvolver atividades do AEE, de acordo com as necessidades educacionais específicas dos alunos, tais como: ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras; ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para alunos com deficiência auditiva ou surdez; ensino da Informática acessível; ensino do sistema Braille; ensino do uso do soroban; ensino das técnicas para a orientação e mobilidade; ensino da Comunicação Aumentativa e Alternativa – CAA; ensino do uso dos recursos de Tecnologia Assistiva – TA; atividades de vida autônoma e social; atividades de enriquecimento curricular para as altas habilidades/superdotação; e atividades para o desenvolvimento das funções mentais superiores.

Art. 46  – São atribuições do docente responsável pelo Atendimento Educacional Especializado e coordenador das turmas de educação especial do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, a elaboração do Projeto Político Pedagógico do CAEE/INESPEC, que com assessoramento da Diretoria deve conter:

I - Informações Institucionais

1.1. Dados cadastrais do centro (da instituição pública ou da mantenedora).
1.2. Objetivos e finalidades do centro.
1.3. Convênio firmado com o poder público para oferta do AEE: secretaria(s) de educação, estadual, municipal ou do DF, indicando a(s) escola(s) e o respectivo número de alunos a ser atendido, de cada rede pública de ensino conveniada, período de duração e validade.
1.4. Por tratar de ensino livre sem objetivo de escolarização o CAEE/LIVRE deve enviar ao Conselho Estadual de Educação do Ceará a solicitação de CADASTRO.
1.5. Código do Censo Escolar/INEP.

2. Diagnóstico local - Dados da comunidade onde o centro se insere.

3. Fundamentação legal, político e pedagógica. Referencial da legislação atualizada, da política educacional e da concepção pedagógica que embasam a organização proposta do AEE no contexto do sistema educacional inclusivo.

4. Gestão

4.1. Existência de cargos de direção, coordenação pedagógica, conselhos deliberativos; forma de escolha dos integrantes dos cargos e dos representantes dos conselhos.
4.2. Corpo docente e respectiva formação: Número geral de docentes do centro; número de professores que exercem a função docente no AEE; formação inicial para o exercício da docência (normal de nível médio, licenciatura); formação específica do professores para o AEE (aperfeiçoamento, graduação, pós-graduação); carga horária dos professores; vínculo de trabalho (servidor público, contratado pela instituição, servidor público cedido, outro).
4.3. Competência do professor no desenvolvimento do AEE e na interface com os professores do ensino regular.
4.4. Profissionais do centro não – docentes: Número de profissionais que não exercem a função docente; formação desses profissionais; carga horária; função exercida no centro (administrativa; apoio nas atividades de higiene e alimentação; tradutor intérprete; guia intérprete; outras); o vínculo de trabalho (servidor público; contratado pela instituição; servidor cedido; outros).

5. Matrículas no AEE por faixa etária e por etapa ou modalidade do ensino regular Etapa/Modalidade de Ensino Regular (Classe Comum). Educação de Jovens e Adultos – EJA. Educação Infantil Presencial / Semipresencial Ensino. Fundamental E.M Ensino Profissional. Etapas Integrada. Faixa Etária. Nº de Alunos no AEE. Creche Pré-Escola. Anos Iniciais. Anos Finais. E.M Integrado. E.M Normal/Magistério. Conc. Sub. E. F. 1ª a 4ª. E. F. 5ª a 8ª. E. F. 1ª a 8ª Ed.prof. E.F. Ed.prof. E.M. E.M. 0 a 3. 4 a 5. 6 a 14. 15 a 17. 18 ou +. Total.
6. Matrículas no AEE por categorias do Censo Escolar MEC/INEP e por etapa ou modalidade do ensino regular. Etapa Modalidade no Ensino Regular (Classe Comum) Educação de Jovens e Adultos – EJA. Presencial / Semipresencial. Educação. Infantil. Educação. Fundamental. Ensino. Profissional. Etapas. Integrada Categorias Censo Escolar Nº Alunos AEE Creche Pré- Escola Anos Iniciais Anos Finais E.M E.M Integrado E.M Normal / Magistério Conc. Sub. E. F. 1ª a 4ª E. F. 5ª a 8ª E. F. 1ª a 8ª Ed.prof. E.F Ed.prof. E.M E.M Def. Física Surdez Def. Auditiva. Def. Mental. Def. Visual. Cegueira. Baixa Visão.Surdocegueira. Def. Múltipla. TGD/Autismo. Clássico TGD/Síndrome de Asperger. TGD/Síndrome de Rett. TGD /Transtorno Desintegrativo da Infância (Psicose Infantil) Altas Habilidades/Superdotação.
7. Organização e Prática Pedagógica.
7.1. Atividades do Atendimento Educacional Especializado – AEE: Descrição do conjunto de atividades, recursos pedagógicos e de acessibilidade organizados institucionalmente prestados de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular.
7.2.  Articulação do centro de AEE com a escola regular: Identificação das escolas de ensino regular cujos alunos são atendidos pelo centro; o número de alunos de cada escola matriculados no AEE do centro; as formas de articulação entre o centro e os gestores dessas escolas.
7.3 Organização do atendimento educacional especializado no centro de AEE: Identificação dos alunos a serem atendidos no centro; previsão de atendimentos individual ou em pequenos grupos, conforme necessidades educacionais especificas dos alunos; periodicidade, carga horária e atividades do atendimento educacional especializado, conforme constante do Plano de AEE do alunos e registro no Censo Escolar MEC/INEP.
8. Outras atividades do centro de AEE: Existência de proposta de formação continuada de professores da rede de ensino: cursos de extensão que oferta (carga horária, ementa, corpo docente, cronograma, modalidade presencial ou à distância, número de vagas, parceria com instituição de educação superior, outras).
9. Infra-estrutura do centro de AEE: Descrição do espaço físico: número de salas para o AEE, sala de professores, biblioteca, refeitório, sanitários, outras; dos mobiliários; dos equipamentos e dos recursos específicos para o AEE.
10. Acessibilidade do centro AEE: Descrição das condições de acessibilidade do centro: arquitetônica (banheiros e vias de acesso, sinalização táctil, sonora e visual); pedagógica (materiais didáticos e pedagógicos acessíveis e recursos de TA disponibilizados); e nas comunicações e informações (CAA, Libras, Braille, Libras táctil, tadoma, informática acessível, texto ampliado, relevo e outros); nos mobiliários; e no transporte.
11. Avaliação do AEE.  Relatório da avaliação do desenvolvimento dos alunos nas atividades do AEE, do acompanhamento do processo de escolarização dos alunos nas classes comuns e da interface com os professores das escolas de ensino regular.
Art. 47 – O convênio celebrado entre o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC e a Secretaria de Educação para a oferta do AEE, não prejudica nem gera prejuízo das parcerias com os demais órgãos públicos responsáveis pelas políticas setoriais de saúde, do trabalho, da assistência social, que serão efetivados para a oferta de serviços clínicos, terapêuticos, ocupacionais, recreativos, de geração de renda mínima, entre outros.
Art. 48 – Os termos do Processo Administrativo Interno do INESPEC, vinculado ao convênio celebrado entre o INESPEC e  a Secretaria de Educação, esta aprovado nos termos que ali se encontra deliberado.
Art. 49 – O presente Edital será publicado na Internet e entra em vigor na data de sua publicação, CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC não entregará via deste expediente em mãos do interessado, este deverá capturar cópia do documento via INTERNET.
Art. 50 – O presente Edital será publicado na Internet na página do site:
SEDE DO CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC, assim, finalmente, tomadas estas deliberações, ficam os citados devidamente notificados para o cumprimento do que se fixou. Não havendo mais nada a deliberar o Diretor do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC lavra o presente termo que vai devidamente assinado. Fortaleza, 1 de janeiro  de 2011 às 18h20min: 41.
Professor César Augusto Venâncio da Silva.
Diretor do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE/INESPEC - Psicanalista e Psicopedagogo.