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sexta-feira, 20 de maio de 2011

PRIMEIRA PARTE DOS DOCUMENTOS LEGAIS DOS PROTOCOLOS DA CAMPANHA INTERNACIONAL INESPEC

INSTITUTO INESPEC
Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura
ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL

CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO- ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

CAEE-INESPEC

PROJETO INSTITUCIONAL

PROJETO DE CAPTAÇÃO INSTITUCIONAL DE RECURSOS FINANCEIROS PARA EXECUÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS VISANDO ATENDER CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIALIZADAS: SÍNDROMES DE DOWN, AUTISMO, DISTÚRBIOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, INCLUEM-SE O SUBPROJETO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO; SUBPROJETO DE ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIALIZADO AS CRIANÇAS DO CAEE/INESPEC - PERÍODO DE 2011-2016 - CAPTAÇÃO PELA PRERROGATIVA DO ARTIGO 538 DA LEI FEDERAL n.o 10.406, de 10 de janeiro de 2002. (Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. CAPÍTULO IV - Da Doação - TÍTULO VI - Das Várias Espécies de Contrato.

INTRODUÇÃO.

INTRODUÇÃO.

1 – Apresentação.


O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura tem como objetivo principal manter instituições de ensino de níveis: médio; superior; manter organismos de defesa dos interesses difusos da sociedade civil e projetos específicos de educação, cultura, extensão e cultura. Dentro destes princípios legais a instituição iniciou em 2007, maio, o Projeto ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL – ESADE-INESPEC, que posteriormente se firmou em CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.  RECOMENDAM-SE OS ENDEREÇOS ELETRÔNICOS


2 – Primeira Proposta Pedagógica.


A organização do Centro de Atendimento Educacional Especializado fundamenta-se nos marcos legais, políticos e pedagógicos que orientam para a implementação de sistemas educacionais inclusivos: Decreto Federal nº 6.949/2009, que ratifica a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência /ONU; Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), que estabelece diretrizes gerais da educação especial; Decreto Federal nº 6.571/2008, que dispõe sobre o apoio da União e a política de financiamento do atendimento educacional especializado – AEE; Resolução CNE/CEB nº 4/2009, que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado – AEE, na educação básica. De acordo com o disposto nesses documentos, temos as seguintes diretrizes:

  1. - O poder público deve assegurar às pessoas com deficiência o acesso a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis;

  1. - A deficiência é um conceito em evolução, que resulta da interação entre as pessoas com uma limitação física, intelectual ou sensorial e as barreiras ambientais e atitudinais que impedem a sua plena e efetiva participação na sociedade;

  1. - Os sistemas de ensino devem garantir o acesso ao ensino regular e a oferta do atendimento educacional especializado aos alunos público alvo da educação especial: alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação;

  1. - A educação especial é uma modalidade de ensino transversal aos níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado, de forma não substitutiva à escolarização;

No âmbito do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, através do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - CAEE considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público e privado alvo da educação especial, matriculados no ensino regular;

  1. O atendimento educacional especializado deve ser ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de atendimento educacional especializado.

  1. Portanto, a função do centro de CAEE é realizar:

a)      a oferta do atendimento educacional especializado – AEE, de forma não substitutiva à escolarização dos alunos público e privado alvo da educação especial, no contra turno do ensino regular;

b)      a organização e a disponibilização de recursos e serviços pedagógicos e de acessibilidade para atendimento às necessidades educacionais específicas destes alunos; e

c)      a interface com as escolas de ensino regular, promovendo os apoios necessários que favoreçam a participação e aprendizagem dos alunos nas classes comuns, em igualdade de condições com os demais alunos.

O atendimento educacional especializado é realizado prioritariamente nas salas de recursos multifuncionais do CAEE, no turno inverso da escolarização, podendo ser realizado também na residência do discente de acordo com as necessidades apontadas pela equipe técnica do CAEE (art.5º da Resolução CNE/CEB n.º 4/2009).

De acordo com o Decreto Federal nº 6.571/2008, a União prestará apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino dos estados, dos municípios e do Distrito Federal com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, matriculados na rede pública de ensino. O artigo 6º desse Decreto Federal altera o art. 9º do Decreto Federal nº 6.253/2007, estabelecendo que sejam contabilizados duplamente, para fins de distribuição dos recursos do FUNDEB, os alunos público alvo da educação especial matriculados nas escolas públicas de ensino regular e no atendimento educacional especializado – AEE.  O CAEE como um centro de atendimento educacional especializado efetivará a matricula no AEE dos alunos público alvo da educação especial, regularmente matriculados na educação básica, conforme o disposto na alínea “d” do Parágrafo único do art. 8º da Resolução CNE/CEB nº 4/2009. O CAEE é uma instituição de educação especial privada sem fins lucrativos, e no ano de 2011, até a data deste relatório, assistia gratuitamente 109 alunos originários de escolas públicas e privadas.

O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, através do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - CAEE, desenvolve suas ações através de diretrizes fixadas em um Projeto Político Pedagógico (art. 11 da Resolução CNE/CEB nº 4/2009).

O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, através do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - CAEE desenvolve ainda suas ações diretivas tomando como base as demandas da rede de ensino público e privado, atendendo as proposições pedagógicas fundamentadas na concepção da educação inclusiva conforme estabelecido na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Referência base: 2008).
Segue em anexo:

INSTITUTO DE ENSINO PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA
CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE
ANEXOS
Constituição da República Federativa do Brasil.
Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Decreto Federal nº 6.571, de 17 de setembro de 2008.
Decreto Legislativo nº 186, 24 de dezembro de 2008.
Decreto Federal nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.
Convenção Internacional/ONU-UNESCO
Resolução CNE/CEB nº 4/2009
Mesmo diante das dificuldades enfrentadas, a nossa líder maior, Professor Ray Rabelo, Presidente do INESPEC, fez acontecer entre os anos de 2007 e 2011, a Educação Especial no Instituto.

Assim, inspirado nas diretrizes do INESPEC que posteriormente se confirmou na NORMATIVA FEDERAL, lançou-se à primeira AÇÃO PEDAGÓGICA DIRECIONADA.

2.1. – Primeira Proposta Pedagógica: 2009.




PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA 2009
I N E S P E C
INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA
ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA 2009
Introdução.
Educação infantil para necessidades educacionais especiais. Na nossa prática tem o marco da nossa experiência de como trabalhar a curiosidade e interesse das crianças, já tendo um perfil de sua turma. Cabe a professora definir os objetivos que se pretende atingir no desenvolvimento desse trabalho.
A preparação dos discentes
Para que os professores assumam de fato o seu papel dinamizador, eles precisam organizar informações sobre seus alunos nos prontuários com os professores anteriores, buscar conhecimentos das possíveis caminhos a serem trilhados. Isso é fundamental, caso contrário ela acabará se limitando ao senso comum. Os professores deverão procurar material didático e recursos tecnológicos, aumentando assim o leque de possibilidades de atividades que contribuam com a sua formação e atualização profissional em beneficio do projeto educativo em questão.
O planejamento para trabalhar com as crianças
Para definir as metas a serem seguidas, “a priori”, a professora procura conhecer o perfil das crianças, é de fundamental importância conhecer as etapas de desenvolvimento infantil para poder adequar estratégias e linguagens às possibilidades das crianças dessa faixa etária, estando atento às formas privilegiadas delas construírem conhecimentos.
A partir desse planejamento definimos os objetivos gerais e específicos (a curto prazo) organizando as atividades e os materiais em planejamento mensais ou desenvolvendo projeto em conjunto com as crianças procurando saber o seu interesse para ser desenvolvido. Possibilitando a professora a canalizar o trabalho para objetivo que considera necessário fazendo sua intervenção adequada.
A avaliação permeará no início de todo esse processo e ao final deste processo. É importante que se sistematiza através das atividades realizadas os conhecimentos construídos.
No planejamento nas reuniões pedagógicas, é importante a troca da idéias com os colegas, a pesquisa, a reflexão das atividades desenvolvidas, o interesse em conhecer às crianças a proposta que visa orientar o trabalho cotidiano do mestre procurando respeitar as diversidades.
OBJETIVOS GERAIS
              Integrar a criança ao seu meio social, valorizando naquilo que ela é capaz de realizar, respeitando suas limitações para que ela desenvolva sua auto-estima;
              Desenvolver um clima de segurança, efetividade, confiança, incentivo, elogios e limites colocados de forma sincera clara e afetiva para que haja interação entre a professora e a criança;
              Favorecer a formação do vínculo entre professor e aluno, tomar conhecimento da realidade de vida da criança como ponto de partida para o trabalho pedagógico;
              Reconhecer e valorizar a relação interpessoal, por meios de atividades espontâneas e pelos desafios que o ambiente educativo oferece, a fim de se chegar a níveis mais elevados do desenvolvimento afetivo e cognitivo e social para que possa ser integrada numa escala regular;
              Integrar a criança como principal agente na construção do seu conhecimento. Cabendo a professora possibilitar para que ela vivencie uma variedade de situações que desafiam seu raciocínio e desenvolva sua capacidade cognitiva da maneira que puder expressar-se;
              Avaliar constantemente para que o trabalho pedagógico desenvolvido com as crianças nos dê resultados das avaliações como um processo e forneçam as devidas orientações para alterarmos o processo educativo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Domínio Social
              Integrar o aluno no grupo social, desenvolvendo atitudes e comportamentos desejáveis para que supere os receios, a timidez, as lágrimas e sinta-se seguro, confiante e feliz.
              Estimular a criança a respeitar os sentimentos e os direitos dos outros reconhecendo os diferentes ponto de vista.
Domínio Psicomotor
              Proporcionar atividades de organização espacial e temporal, através da percepção do próprio corpo em relação aos objetos.
              Proporcionar situações de estimulação sensorial e de aquisição da coordenação motora dos pequenos músculos, necessários para a aprendizagem da leitura e da escrita.
Domínio da Linguagem
              Desenvolver a capacidade de expressão e comunicação da criança a fim de interagir com o mundo que a cerca e prepará-la para a aprendizagem da leitura e da escrita.
Domínio Afetivo
              Propiciar atividades que permitam a expressão da afetividade e auto-realização de emoções e sentimentos nas variadas situações da vida.
              Estimular a autonomia, a criatividade e a descoberta valorizando, não só o produto, mas principalmente o processo.
Domínio Cognitivo
              Adequar conteúdos e métodos à realidade da criança, com ênfase ao respeito à cultura, valorizando recursos disponíveis da comunidade.
              Desenvolver harmoniosamente as possibilidades da criança, evitando enfatizar apenas determinado aspecto.
              Estimular a criança nos planos sociais, afetivo, motor e intelectual.
              Proporcionar jogos estimuladores, brincar como atividade fundamento para o desenvolvimento da identidade e da autonomia, desenvolver capacidades importantes tais como: atenção, imitação, memória, imaginação, socialização, por meio de interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais.
              Estimular situações pedagógicas coerentes com a capacidade operativa de cada criança.
              Desenvolver a prontidão para a leitura, escrita e matemática através do treino de funções psicomotoras indispensáveis ao processo de aprendizagem utilizando os aspectos básicos de atenção, percepção e concentração.
              Desenvolver o domínio afetivo, cognitivo e psicomotor em função do processo de socialização, devendo ser sistematicamente facilitado, promovido e orientado.
 OBJETIVOS A CURTO PRAZO
 1.            Objetivos socioafetivos – o desenvolvimento socioafetivo está em primeiro lugar, por três motivos:
1.             É necessário ter um contexto de relações adulto-criança (professor x aluno) caracterizado pelo respeito mútuo;
2.             O afeto e a confiança – a criança necessita de um certo equilíbrio para desenvolver-se (equilíbrio emocional);
3.             A aprendizagem depende em grande parte da motivação.
1.             A proposta para educação infantil deve promover o desenvolvimento: sensorial, da psicomotricidade, da linguagem das estruturas mentais da criança, da sua afetividade e da sua sociabilidade.
Sensorial – precisa ser complementado na educação infantil (é mais acentuado de 0 a 2 anos) precoce.
Psicomotricidade – vivenciar estimulas sensoriais para discriminar as partes do próprio corpo e exercer um controle sobre elas; vivenciar, através da percepção do próprio corpo em relação aos objetivos, a organização especial e temporal; vivenciar situações que levam à aquisição dos pré-requisitos necessários para a aprendizagem da leitura e da escrita.
Linguagem – desenvolver a sua capacidade de expressão e comunicação e prepará-la para a aprendizagem da leitura, bem como prepará-la para a utilização da linguagem escrita.
Estruturas mentais – observando-se o seu grau de dificuldade as atividades são desenvolvidas em situações concretas dentro ou fora da sala de aula com material variado, através de jogos, conversas, dramatizações, etc. A criança se desenvolve agindo através de experimentação dos fatos.
As habilidades motoras, perceptivas, de linguagem oral, de orientação espaço-temporal, de esquema corporal, de lateralidade, necessárias à aprendizagem da leitura e da escrita, e visam também ampliar a integração da criança com seu espaço social e físico. Só depois de trabalhado no concreto é que apresentamos as atividades gráficas exploramos o centro de interesse e vivência da criança em situações no lar, na escola, em locais de lazer, etc; pois considerando que os exercícios isolados e não contextualizados pouco contribuem para o desenvolvimento da criança.
Afetividade – nossa escola dá especial atenção ao desenvolvimento afetivo dos educandos, visto que o funcionamento total do organismo, em qualquer momento e circunstância, envolve uma significativa e indissociável parcela de sentimentos e emoções. Reconhece-se ainda que a adequação e eficácia de tal funcionamento depende sobremaneira de o indivíduo compreender suas emoções e sentimentos e poder controlá-las de maneira apropriada.
Sociabilidade – a nossa preocupação fundamental é desenvolver crianças que se tornem na medida do possível autônomas, seguras, criativas e cooperativas. Trabalhamos em grupo, interagimos com os colegas, e com os adultos, assim construímos, estabelecendo limite de forma sincera, clara e afetiva.
IPPAC – CRI – ABCR
Programa do Nível I, II, III e IV
1. Desenvolvimento da motricidade geral:
O trabalho com movimento contempla a multiplicidade de funções e manifestações do ato motor, propiciando um amplo desenvolvimento de aspectos específicos da motricidade das crianças, abrangendo uma reflexão acerca de posturas corporais implicadas nas atividades cotidianas, bem como atividades voltadas para a ampliação da cultura corporal de cada criança: correr, pular, dançar, localização do corpo, força muscular, escalonamento, controle corporal, abstração do corpo, relaxamento.
O trabalho inicial da psicomotricidade é levar a criança a sentir o seu corpo como um todo, em busca da percepção global, total do esquema corporal, estático em seu movimento, em relação ao mundo ao seu redor.
2. Integração Sensório-Motora:
Equilíbrio e ritmo, Organização do corpo no espaço, Habilidade para reações rápidas e destreza, Discriminação tátil, Sentido de direção, Lateralidade e Jogos de Construção.
As Atividades rítmicas têm como objetivo: descobrir o esquema corporal e a consciência do próprio ser; educar a autodisciplina e a concentração; desenvolver o sentido de orientação; favorecer relações sociais; estimular a sensibilidade; desenvolver a criatividade; facilitar a expressão espontânea, etc.
3. Habilidades Perceptivo-Motoras:
É o meio pelo qual organizamos e compreendemos os fenômenos que nos são dirigidos – é o contato com o mundo exterior (visual, tátil, auditiva, corporal) Percepção auditiva; Decodificação auditiva; Acuidade auditiva; Associação audioverbal; Memória auditiva; Discriminação visual de forma e cor; Diferenciação visual figura-mundo; Memória visual; Coordenação muscular grossa e fina.
4. Desenvolvimento da Linguagem e Comunicação
Conversa informal; escutar história; contar história; expressão musical; expressão plástica; dramatização; desenho; mímica; seqüência de história; cópia e escrita do pré-nome; imaginação e criatividade; pensamento lógico; aspectos básicos que devem ser observados para a organização das atividades propostas: Atenção, Percepção e Concentração, etc.
Para a concretização da alfabetização dos educandos:
- Questionamentos
- Dúvida;
- Situação-problema;
- Leitura incidental de palavras;
- Sons iniciais de palavras começadas por vogais e por sílabas simples;
- Encontros vocálicos;
- Encontros consonantais;
- Dígrafos;
- Leitura e escrita das palavras;
- Leitura e escrita das frases;
- Complementação de palavras e frases;
- Dificuldades ortográficas;
- Leitura silenciosa de textos;
- Interpretação de textos;
- Alfabeto maiúsculo e minúsculo;
- Singular e plural;
- Masculino e feminino.
5. Conscientização do Próprio Corpo
Órgãos, localizações e funções é uma conscientização lenta, que se faz devagar, a partir dos dados da percepção, que se organizam numa representação mental dinâmica.
A criança precisa conhecer os nomes das partes do corpo, durante as etapas de formação do esquema corporal. A criança organiza o esquema corporal à medida que vai experimentando ações específicas e enfrentando os estímulos do meio. A elaboração satisfatória do esquema corporal é baseada na percepção do próprio corpo, através de atividades.
6. Vida cotidiana AVD’S
7. Operatividade Motora, Visual e Mental
8. Estimulação Sensorial:
Gustativa, Olfativa, Auditiva, Visual e Tátil.
A percepção ou discriminação visual permite discriminar semelhanças e diferenças em tamanho, forma, posição, detalhes, disposição, direção, cor, etc.
A percepção ou discriminação auditiva habilita a criança a perceber e a distinguir os sons. É através do treino da percepção visual e da percepção auditiva que a criança torna-se capaz de associar um som a um sinal gráfico, adquirindo, dessa forma, a prontidão necessária para a leitura.
9. Conhecimento Lógico – Matemático
É importante reforçar que, na educação infantil, as atividades e os conceitos matemáticos são componentes de um todo harmônico, que visa sobretudo ao crescimento da criança.
Trabalhar com as atividades de exploração e classificação de materiais: Tamanho (grande, pequeno, maior, menor); Formas (igual, diferente); As cores (vermelho, amarelo, azul); Espessura (largo, estreito, fino, grosso); Textura (áspero, liso, macio); Altura (alto, baixo); Quantidade (muito, pouco, mais, menos); Comprimento (curto, comprido); Peso (leve, pesado); Posição (em cima, embaixo, fora, dentro, atrás, na frente, perto, longe, de costas, sentado, deitado, subindo, descendo, aberto, fechado).
Nessa fase a criança deve pegar, apalpar, enfim, agir sobre os objetos. Desse modo ela irá descobrir e chegar às suas conclusões.
Cheio e vazio, numeral, conjuntos: vazio, unitário. Leitura e escrita de numerais de 0 a 9. Classificação (pela cor, tamanho, forma), ordem crescente e decrescente, seriação (do maior para o menor ou vice-versa). Correspondência, Conservação e reversibilidade (massa, líquido), Noção de metade.
Adição e subtração:
- Números antecessores e sucessores;
- Unidade, dezena, centena e milhar;
- Calendário;
- Dobro.
10. Coordenação Motora
Consiste na capacidade de coordenar com os movimentos do corpo trabalhado na motricidade a coordenação da musculatura ampla (braços, pernas e tronco) e da musculatura fina (dedos da mão) é o controle dos movimentos mais delicados que exigem maior precisão e que devem ser feitos em espaços limitados: manipulação de objetos para encaixe, desenhos livres, recorte e colagem, para finalmente executar traçados dirigidos com o lápis. A coordenação desses movimentos com a percepção visual prepararão a criança para a aprendizagem da escrita.
O treino da coordenação visomotora também é importante tanto para o equilíbrio adequado do corpo, quanto para a auto-afirmação da criança.
11. Orientação Espacial, Lateralidade
A orientação espacial é importante para a aprendizagem da leitura e da escrita da matemática.
A coordenação global desenvolverá o sentido de direção e orientação espacial, aproximação de distância, pontaria, localização de objetos em movimento, sua trajetória e velocidade.
A orientação espacial permite a aquisição de noções de localização, posição, disposição e direção. Entre os aspectos que devem ser treinados está o de lateralidade, isto é o conhecimento dos lados direito e esquerdo. É uma habilidade adquirida através das experiências realizadas pela própria criança em movimentos livres no espaço: correr, saltar, subir, descer, andar sobre linhas, andar em cima de círculo, exercício usando o corpo da criança, seu nariz fica acima da boca, abaixo dos olhos, se posicionar atrás, em cima, na frente, do lado em cima, embaixo da cadeira.
A lateralidade ajuda a criança na posição correta do traçado das letras, principalmente simétricas, n x v; p x q, d x b e dos números 6 e 9, e a seqüência das letras em uma palavra. São importantes também porque a leitura e a escrita são executadas da esquerda para a direita, indicam também a direção correta de organizar o espaço da folha e a colocar adequadamente as letras na linha.
Obs.: A terminologia esquerda, direita só deve ser usada quando o aluno já tiver adquirido as letras na linha.
Orientação Temporal
Com linguagem oral através de conversas informais, orientar as crianças no sentido de que os acontecimentos se sucedem no tempo, uso do calendário, canções.
12. Integração Social e Ciências
Trabalhamos com unidade de estudo em conjunto organizado de conteúdo e atividades a cerca de um assunto, com o objetivo de ajudar o aluno na aquisição de conhecimentos (domínio cognitivo), atitudes (domínio afetivo) e habilidades (domínio psicomotor) que se faz necessário ao seu ajustamento ao meio físico e social e a sua formação como cidadão.
Há um assunto central em torno do qual se integram as atividades, ou seja, serve de elemento integrativo.
- Unidade de estudo e datas comemorativas relacionadas ao mês correspondente;
- Escola - Fevereiro
- Família - Março
- As plantas - Abril
- As frutas - Maio
- Saúde e Higiene - Junho
- O mundo dos sons (os órgãos dos sentidos) - Agosto
- Meio de transporte - Setembro
- Meios de comunicação - Outubro
- Mundo animal e mineral - Novembro
- Revisão Geral - Dezembro
  13. Avaliação
- Diagnóstica
- Formativa
- Somativa

3 – Plano Global de Captação de Recursos.

O presente documento institucional, representa para o Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura um Diagnóstico de Captação de Recursos, um Plano de Negócios e um Sumário Executivo, ele é necessário, nos anexos, para  se estabelecer  a montagem estratégica do Plano Global de  Captação. 
O que devemos entender como  Plano Global de  Captação – PGC/CAAE/INESPEC?
Esse importante instrumento analisa os pontos fortes de quem quer captar recursos, as vulnerabilidades, as estratégias de captação, quem possui os recursos (Financiadores e Investidores, que é o tema central dessa introdução) e de que forma deve ser feita a Obtenção dos Financiamentos ou Investimentos para às ações do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura.



3 – Plano Global de Captação de Recursos para o INESPEC/CAEE.


O presente documento institucional, representa para o Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, um Diagnóstico de Captação de Recursos, um Plano de Negócios e um Sumário Executivo, é necessário, nos anexos se estabelecer  a montagem estratégica do Plano Global de  Captação. 
O que devemos entender como  Plano Global de  Captação – PGC/CAAE/INESPEC?
Esse importante instrumento analisa os pontos fortes de quem quer captar recursos, as vulnerabilidades, as estratégias de captação, quem possui os recursos (Financiadores e Investidores, que é o tema central dessa introdução) e de que forma deve ser feita a Obtenção dos Financiamentos ou Investimentos.

3.1 – Por que da campanha virtual para captar doações.

(...) “campanha mundial visando receber ajuda financeira para manter o INESPEC..”.

O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, através da Vice-Presidência, gestão (GST.2007/12), iniciou um PROJETO INSTITUCIONAL que resultou na criação da REDE VIRTUAL INESPEC RÁDIO E TELEVISÃO VIRTUAL –  Acesse o site/blog:
 http://nucleodeproducaorrtvinespec.blogspot.com/.  Por conta, criou-se em parceria com cidadãos de cinco continentes, uma rede virtual de informações visando divulgar o INESPEC. Nasce assim, o projeto da RÁDIO WEB INESPEC; TELEVISÃO VIRTUAL; sites e blog mundiais em diversos idiomas.  E agora se decide usar esta rede virtual para fazermos uma campanha mundial visando receber ajuda financeira para manter o INESPEC. Assim, criar condições para aumentar os projetos a serem executados e a demanda de alunos na educação especial. Com projeções da seguinte forma:

1.      ANO DE 2011...................... 109 discentes;
2.      ANO DE 2012...................... 218 discentes; 
3.      ANO DE 2013...................... 436 discentes; 
4.      ANO DE 2014...................... 600 discentes; 
5.      ANO DE 2015...................... 800 discentes; 
6.      ANO DE 2016...................... 1000 discentes; 

O Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, através da REDE VIRTUAL INESPEC RÁDIO E TELEVISÃO VIRTUAL, vai ampliar as discussões internacionais em torno do discurso da EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA, e assim criar parcerias para a defesa mundial da convenção da ONU. Gerando assim uma REDE MUNDIAL EM DEFESA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL. Ressalte-se que diversos  seguimentos sociais em rede se organizaram na União Européia e conseguiram resultados. Como por exemplo:

“UE ratifica convenção da ONU sobre direitos dos deficientes. A União Européia (UE) ratificou a convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, depois de tê-la assinado em 2007, tornando-se assim na primeira organização internacional a tornar-se parte da convenção. Em comunicado, disponível no site da Comissão Européia em Portugal (http://ec.europa.eu/index_pt.htm), é revelado que na seqüência da ratificação formal, a União Européia tornou-se pela primeira vez parte de um tratado dos direitos humanos – a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. É a primeira vez que a União Européia como um todo ratifica um tratado. Trata-se do tratado dos Direitos Humanos no mundo, da convenção das nações unidas, sobre os direitos das pessoas com deficiência. Tentando resumir numa frase este tratado, os signatários se comprometem a assegurar que as pessoas com deficiência possam exercer os seus direitos da mesma forma que todos os outros cidadãos, direitos civis, direitos políticos, sociais e econômicos. Bruxelas assume assim, empenhar-se na construção de uma Europa sem barreira para os seus cerca de 80 milhões de cidadãos com deficiência, a data de referência é de 2020. Na União Européia o tratado foi assinado pelos 27 países, incluindo Portugal, e ratificado por 16 deles”.

3.2 – MEIO AMBIENTE.

O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO tem na sua posposta de Ação projetos para o meio ambiente.

3.2.1 – FINANCIAMENTOS NA ÁREA DO MEIO AMBIENTE.

Alguns dos Financiadores do Meio Ambiente.
Para o Meio Ambiente podem ser citados alguns financiadores, sem termos a pretensão de esgotar esse assunto, pois existem muitas outras alternativas:
1) Agência Brasileira de Cooperação, conhecida pela sigla "ABC". A Agência Brasileira de Cooperação integra a estrutura do Ministério das Relações Exteriores do Brasil - MRE. A Agência tem como atribuição coordenar e supervisionar os programas e projetos brasileiros de cooperação técnica, em todas as áreas do conhecimento. Os programas e projetos são negociados e implementados ao amparo dos acordos firmados pelo Brasil com os países parceiros e com os organismos internacionais. Por meio do Manual de Orientação para Formulação de Projetos, a ABC fornece as instruções necessárias para a formulação dos projetos de cooperação técnica. A instituição executora nacional é geralmente uma entidade técnica, sem fins lucrativos, voltada para o desenvolvimento de atividades de pesquisa, de ensino e/ou apoio ao setor produtivo. O apoio às Organizações Não-Governamentais (ONGs) se dá por meio do recebimento de  prestação de serviços, traduzida pela presença de profissionais vindos de outros países, treinamento no exterior de Recursos Humanos do Brasil e eventual doação de equipamentos.
2) Conservation International do Brasil. A.  CI - Conservation International é uma organização privada, sem fins lucrativos, dedicada à conservação e uso sustentado da biodiversidade. Atuando no Brasil desde 1988, a CI busca estratégias que promovam o desenvolvimento de alternativas econômicas sustentáveis, compatíveis com a proteção dos ecossistemas naturais, sempre levando em consideração as realidades locais e as necessidades das comunidades. Em 1999 o Programa do Brasil se transformou em entidade nacional autônoma, denominada Instituto Conservation International do Brasil (CI do Brasil). Os programas que englobam as suas atividades são: economia/biologia da conservação, planejamento e capacitação em conservação e políticas de conservação.
3) Embaixada da Alemanha - Divisão de Cooperação Técnica e Financeira. O Governo da Alemanha concede, no âmbito da cooperação técnica e financeira, apoio financeiro a projetos de pequeno porte, assim entendidos os projetos das áreas social, de saúde, educação e agropecuária que: - beneficiam a população mais carente; - podem ser concluídos em, no máximo, seis meses; - não requerem continuação, prolongamento ou mudanças no decorrer de sua execução; - requerem recursos financeiros modestos; representam um impulso à capacidade da comunidade progredir com esforços próprios. As solicitações podem ser apresentadas por qualquer pessoa ou entidade que trabalhe, sem fins lucrativos e sem interesses particulares ou políticos, em prol do crescimento socioeconômico da população carente. São admitidas as solicitações para o financiamento de materiais, equipamentos ou instrumentos necessários à realização do projeto, os quais não possam ser financiados por entidades locais.
4) Embaixada do Japão. As áreas prioritárias para financiamento são: Projetos de  Organizações Não-Governamentais (ONGs) que objetivem atenção especial nas áreas de cuidados de meio ambiente, saúde básica, educação básica, alívio da pobreza e bem-estar público. O governo japonês oferece um programa de assistência econômica para projetos de desenvolvimento concebidos para atender às diversas necessidades dos países pobres. Conhecido como Assistência a Projetos Comunitários - APC, esse programa oferece apoio a projetos por vários organismos, como organizações não-governamentais, hospitais, estabelecimentos de ensino básico, institutos de pesquisa e outras organizações sem fins lucrativos. Qualquer projeto pode ser financiado pela APC, dando-se preferência às seguintes áreas: - Cuidados de saúde básica; - Educação básica; - Alívio da pobreza; - Bem-estar público; e - Meio ambiente.
5) Embaixada do Reino Unido: As áreas prioritárias para financiamento são :Projetos de ONGs nas áreas de direitos humanos - crianças de ruas, saúde comunitária, planejamento familiar, desenvolvimento sustentável; e questões indígenas. O Small Grants Scheme (Programa de Pequenas Doações) - SGS, da Embaixada britânica é destinado a projetos que promovam o desenvolvimento e o bem-estar social das camadas mais necessitadas da população. O Programa considera áreas prioritárias para projetos : direitos humanos, principalmente relacionados a crianças de rua ; saúde comunitária e planejamento familiar; desenvolvimento sustentável; e questões indígenas. No entanto, qualquer projeto que tenha valor social ou que promova o desenvolvimento poderá ser considerado.
6) FUNBIO: As áreas prioritárias para financiamento são:Conservação e uso sustentável da diversidade biológica do Brasil, através de projetos de agro-ecologia, manejo florestal, madeireiro, manejo florestal não-madeireiro, conservação, educação ambiental, pesquisa e ecoturismo. Agradecimentos ao Paulo França que é consultor em economia, captação de recursos, investimento e financiamento; conferencista; editor-chefe do Soeconomia e autor do Livro Captação de Recursos para Projetos e Empreendimentos, publicados pela Editora SENAC-DF. Fale que com base no seu informe se estabelece parte desta fundamentação teórica do PROJETO INESPEC, para captação de recursos (e-mail paulofranca@brturbo.com.br)





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